Portugal luta pela Finalíssima no Brasil: «Pode ser que façamos algo bonito»
Bernardo Paçó foi o porta-voz da Seleção Nacional no dia da partida para o Brasil, onde vai disputar a Finalíssima 2026. O guarda-redes de 26 anos antecipou a competição disputada em Niterói contra Espanha, Argentina e Brasil, entre 6 e 8 de novembro: «Vai ser uma grande prova de futsal, sem dúvida. É mais uma competição para mostrar o desenvolvimento do futsal, o quão boas são as quatro equipas que vão participar. Espera-se um torneio muito equilibrado.»
«Vai ser muito bom para a modalidade, e vai ser muito giro para os portugueses assistirem. Com o apoio deles, pode ser que façamos algo bonito.», frisou.
Portugal vai começar por defrontar a Espanha, nas meias-finais, na sexta-feira (18h30). Já não há segredos entre duas seleções habituadas a medir forças nas decisões: «Conhecemos muito bem a Espanha, até porque a defrontámos na final do Europeu [5-3 para a Espanha], bem recentemente. São jogadores muito cotados no futsal e jogam em grandes equipas no mundo inteiro. Já os defrontámos quase todos nos clubes e agora mais uma vez nas seleções. Por isso já sabemos aquilo que temos de fazer, o que é que temos de melhorar e o que fizemos mal na final contra a Espanha.»
Os comandados de Jorge Braz estão «bem preparados» para a reedição da final da primeira edição da Finalíssima, que Portugal venceu nos penáltis, a 18 de setembro de 2022. Paçó recordou uma conquista com simbolismo familiar: «Estava em casa a ver o jogo e foi um grande sentimento, até porque tinha lá o meu irmão e mais jogadores que são quase os meus irmãos também, mas principalmente o meu irmão. Fiquei muito perto, a assistir e a sentir aquilo que é ganhar uma competição.»
«É algo que deve ser muito bom, porque ganhar uma competição com as cores da nossa seleção, com as cores do nosso país, é algo para o qual não deve haver palavras para descrever. E é o sentimento que eu quero sentir», frisou o guardião que ainda procura o primeiro título pela Seleção principal.
Paçó destacou a felicidade de regressar à Seleção após ter falhado os últimos compromissos devido a uma lesão que, «apesar de ter sido pequena, era uma lesão chata».«Foi bom ter resolvido e agora estou 100% para ajudar a Seleção», garantiu.