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«Novo estádio não é para a final de críquete»: Tebas e a polémica do Mundial 2030
O presidente da LaLiga, Javier Tebas, reiterou esta quarta-feira a sua convicção de que a final do Mundial 2030 será disputada em Marrocos.
Para o responsável, «enquanto Gianni Infantino estiver [na presidência da FIFA]», e «se não houver surpresas», não há dúvidas quanto ao palco do derradeiro encontro da prova, organizada por Portugal, Espanha e Marrocos.
Apesar desta certeza, Tebas confessou que preferiria ver Espanha sagrar-se campeã mundial numa final realizada na Península Ibérica.
Se Fouzi Lekjaa, presidente da Federação Real Marroquina de Futebol (FRMF), afirmou que a final seria em Marrocos, «foi por algum motivo», observou o dirigente, durante uma conferência em Huesca, organizada pela Associação de Diretores e Executivos de Aragão (ADEA), salientando que o responsável em causa é membro do Comité Executivo da FIFA e «um homem muito poderoso».
Num tom irónico, o presidente da LaLiga acrescentou que a construção do novo estádio Hassan II em Casablanca, com as suas características imponentes, «não será para a final de críquete».
«Há tantas coisas que não fazem sentido neste país nos últimos anos que, infelizmente, já nada surpreende», acrescentou.
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