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Mundial 2026 paralisa Cidade do México: teletrabalho e escolas encerradas
A febre do Mundial 2026 está a atingir o seu auge no México, um dos países anfitriões do torneio juntamente com Estados Unidos e Canadá. O entusiasmo em torno da seleção é enorme, especialmente após uma fase de grupos perfeita, com três vitórias em três jogos, que garantiu o primeiro lugar no grupo A e a passagem aos 16 avos de final.
Face à expectativa para o próximo jogo, que pode valer um lugar nos oitavos de final, o governo federal mexicano decretou medidas especiais para a Cidade do México. No dia do jogo, os funcionários federais com escritórios na capital estarão em regime de teletrabalho e as aulas serão suspensas em todas as escolas da cidade. Segundo a presidente Claudia Sheinbaum, o objetivo desta medida, a terceira do género durante o torneio, é «contribuir para a mobilidade urbana, a segurança rodoviária, a continuidade das atividades administrativas e a eficiência na prestação do serviço público». O adversário do México nesta fase da competição ainda não está definido.
Ficam excluídos deste regime de flexibilidade os trabalhadores de serviços essenciais, como os da saúde, segurança pública, transportes e os que desempenham funções ligadas à organização do próprio Mundial. Embora a medida não seja obrigatória para o setor privado, o governo deixou um apelo claro. No texto do decreto, «aconselha-se o setor privado e social com sedes na Cidade do México a que, no dia 30 de junho de 2026, em todas as atividades administrativas não essenciais, concedam as facilidades necessárias para implementar esquemas de teletrabalho, trabalho à distância ou modalidades flexíveis de organização laboral». Atualmente, já cerca de 18% das empresas privadas permitem que os seus funcionários trabalhem a partir de casa para poderem acompanhar os jogos da seleção.
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