Jogador do Manchester City comentou a mudança de selecionador nacional e garantiu que Portugal quer ser «campeão do mundo»

Matheus Nunes projeta ciclo de Jesus na Seleção: «Sabe o que é preciso para ganharmos»

Internacional português do Manchester City falou sobre o arranque de uma nova era na equipa das Quinas, da qual espera fazer parte

Desafiado por A BOLA a desviar-se, por momentos, do âmbito do jogo entre FC Porto e Manchester City, marcado para esta terça-feira, no Estádio do Dragão, Matheus Nunes falou sobre o novo ciclo da Seleção Nacional, com Jorge Jesus ao leme.

A poucas semanas dos primeiros jogos da equipa das Quinas na nova edição da Liga das Nações, o lateral dos citizens vincou que o objetivo, a longo prazo, é claro: alcançar o título mundial.

«Espero que seja um ciclo vencedor. A gente quer ganhar. Queremos atingir o patamar mais alto, que é sermos campeões do Mundo. O selecionador com certeza que sabe o que é preciso para nós ganharmos. Quando o conhecer e começar a treinar, aí começaremos a construir isso para que a gente atinja os objetivos», sublinhou Matheus, em conferência de Imprensa.

De volta ao jogo com o FC Porto, referiu as diferenças que encontra nesta versão dos dragões em relação à que se habituou a defrontar antes de rumar a Inglaterra: «Daquilo que vi e que analisámos esta semana nos vídeos, acho que eles gostam muito mais de jogar, enquanto que antes era um jogo mais de transição. Gostam muito mais de controlar o jogo, pôr o adversário lá atrás e controlar o jogo. Acho que é essa a diferença muito grande que noto. Lembro-me que quando jogava aqui era uma equipa mais de transição, uma equipa de futebol mais rápido. E, obviamente, faz parte do ADN do clube serem aguerridos, lutadores... Faz parte do ADN da cidade. Espero que eles continuem a ser assim. Se são melhores ou piores, isso depende da opinião de cada um.»

Garantindo que está «pronto para jogar em qualquer posição», até «a central», Matheus Nunes assegura que nem precisou de alertar os companheiros de equipa para os perigos que o FC Porto encerra. «Eu acho que eles perceberam logo pelos vídeos. Quando estivemos a ver, nas reuniões com o míster, eles viram logo aquilo que íamos enfrentar: uma equipa muito boa, muito bem preparada. Se não estivermos ao nosso melhor nível, não vamos ter um bom resultado», rematou.

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