José Boto criticado por «vaidade» e «necessidade de aparecer» no Flamengo
José Boto, diretor do futebol do Flamengo, tem sido alvo de críticas depois da saída de Filipe Luís do comando do Mengão. Esta quarta-feira, a ESPN Brasil relata que o dirigente português não é bem visto nas instalações do clube do Rio de Janeiro, com queixas que relatam «atitudes de vaidade, pouca comunicação direta e até a necessidade de prestar serviços particulares».
O artigo afirma que Boto é descrito como «grosseiro e inflexível em diversas interações pessoas no dia a dia no centro de treinos» do Flamengo e ainda que o diretor do futebol, que é descrito como «o elo entre o presidente e o departamento de futebol», pede que funcionários da academia do campeão brasileiro em título se desloquem à casa do dirigente para «realizar serviços de limpezas e organização».
A reunião em que foi comunicada a saída de Filipe Luís aos jogadores foi também realçada pela ESPN. O dirigente terá colocado algumas culpas da saída do técnico no plantel, com quem, segundo a publicação do Brasil, a relação é distante, e que, diz o artigo, nota a «postura extremamente vaidosa do executivo», que «apaga poucos incêndios, não antevê problemas de dia a dia comuns ao ambiente de futebol».
«Após vitórias, o português entra em campo e cumprimenta os atletas. Diante da derrota contra o Corinthians, na Supercopa do Brasil, em Brasília, Boto permaneceu no túnel que dava acesso ao campo, fumegando. 'Onde está o chefe? Agora não aparece?', chegou a dizer um dos líderes do plantel», diz ainda a notícia do meio de comunicação social brasileiro.
«Boto ainda conta com o apoio de Bap [presidente do Flamengo], mas está mais pressionado do que nunca no cargo de executivo do futebol rubro-negro», conclui a publicação.
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