Já nada poderá roubar o título ao PSG (crónica)

Equipa de Nuno Mendes, Vitinha, João Neves e Gonçalo Ramos é virtual campeã. Para o Lens ser campeão tinha de recuperar 15 golos de desvantagem e ver o campeão perder os dois encontros que lhe faltam

O PSG tem a revalidação do título garantida. Com a vitória em casa frente ao Brest faz 73 pontos — o máximo que o Lens pode conseguir — e com vantagem de 15 na diferença de golos, primeiro critério de desempate. Depois do golo de Doué, bem pode encomendar as faixas.

O PSG só não se colocou em vantagem logo aos sete minutos porque o remate de Lucas Hernández, que parecia imparável, sofreu ligeiro desvio devido a defesa fantástica de Coudert e saiu um pouco por cima da trave. O primeiro aviso.

O segundo chegou aos 21 minutos, com remate de Dro Fernández a sair perto do poste esquerdo da baliza de Coudert.

A partir desse momento, soube crescer o Brest, que por duas vezes levou o perigo à baliza de Renato Marin, mas conseguia também impedir que o PSG chegasse a zonas de finalização.

Com tão pouca intensidade, o intervalo chegou, naturalmente, com o jogo empatado e sem golos e sem que o PSG conseguisse ser agressivo e tivesse capacidade de criar oportunidades de golo. Já o Brest defendia-se bem, mas sem capacidade para ameaçar a baliza de Renato Marin.

No segundo tempo, Gonçalo Ramos teve na cabeça a oportunidade para colocar o PSG na frente, mas o cabeceamento saiu um pouco por cima. Logo depois, Luis Enrique lançava Doué, sinal de que queria mais intensidade.

Seguiu-se desperdício de Barcola por egoísmo, jaque devia ter feito o passe para Gonçalo Ramos e logo a seguir foi Dro Fernández a não definir bem. O PSG estava cada vez mais perigoso. E mais ficou com a entrada de Kvaratskhelia e Dembelé.

Adivinhava-se o golo e aos 69 minutos um lance verdadeiramente incrível. Mayulu rematou forte à entrada da área e já se gritava golo, mas o a bola bateu primeiro na barra e descaiu depois para o poste. Incrível!!!

O Brest defendia com 10 homens, já não conseguia sair para contra-ataque e o golo parecia uma questão de tempo. A bola não queria entrar, era sempre desviada pela muralha defensiva, até que Doué veio da esquerda para o centro e rematou cruzado para o golo que é garantia do titulo.

A iniciar sessão com Google...