Gavi, médio espanhol - Foto: IMAGO

Golo de bicicleta à Argentina na final? Gavi não esconde o sonho

Médio espanhol fez a antevisão ao jogo dos quartos de final com a Bélgica, seleção que elogiou

Na antevisão do duelo de sexta-feira com a Bélgica, que pode valer a passagem da Espanha às meias-finais do Mundial, Gavi foi um dos jogadores escolhidos para falar à imprensa em Los Angeles. O médio espanhol partilhou o maior sonho: marcar o golo da vitória na final, de preferência contra a Argentina de Lionel Messi.

«Claro que espero ser importante no Mundial. Sonho em fazer o golo do título. Sempre sonhei marcar de pontapé de bicicleta na final do Mundial. São sonhos e oxalá se realizem», afirmou o jogador, que revelou a sua preferência para o adversário decisivo: «Gostaria que fosse a Argentina por causa do Leo Messi, mas desde que cheguemos à final, é-me igual quem seja.»

Gavi, que foi titular na estreia mas jogou apenas alguns minutos contra a Áustria, destacou a coesão do grupo orientado por Luis de la Fuente como um dos pontos fortes da equipa. «É importante que todos tenhamos as coisas claras, joguemos ou não. Temos de representar o país a partir da união e contribuindo cada um com o seu grão de areia. Estamos muito unidos e uma das melhores coisas que temos é a unidade e saber que os que não jogam também ganham jogos», sublinhou.

Questionado sobre o estatuto de favorito, o médio mostrou-se cauteloso. «Não gosto de falar disso. A Bélgica tem magníficos jogadores, tal como Portugal. Nós temos de fazer o nosso trabalho muito bem. Se assim for, de certeza que as coisas correm bem. O importante é ganhar à Bélgica», declarou. Sobre um potencial adversário nas meias-finais, entre França e Marrocos, Gavi admitiu uma preferência: «São duas equipas enormes, mas diria Marrocos, porque nos eliminaram no [Mundial 2022, no] Qatar.»

Relativamente ao seu papel na equipa, Gavi colocou o objetivo coletivo acima do individual. «Eu vim para ganhar o Mundial. O mister conhece-me melhor que ninguém. Todos queremos jogar mais, mas o que importa mesmo é ganhar o Mundial. Ele sabe que pode contar comigo para o que quiser», garantiu.

«Sou muito intenso, toda a gente sabe. É normal que algum colega se farte de mim. Eu tento pensar sempre no bem da equipa, jogue ou não», concluiu.

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