Frederico Varandas, candidato da lista A e atual presidente do Sporting - Foto: MIGUEL NUNES
Frederico Varandas, candidato da lista A e atual presidente do Sporting - Foto: MIGUEL NUNES

Frederico Varandas explica o aumento do passivo do Sporting

Candidato da lista A e atual presidente diz que a subida foi feita de forma estratégica e detalha sobre o acordo dos 225 milhões de euros

«Apresentámos lucros de 82 milhões de euros, no acumulado. Em relação ao passivo, aumentámos de uma forma estratégica. Achámos que era o momento de o fazer», diz Frederico Varandas.

«Tínhamos duas vias de poder governar. Nos últimos 16 anos, nunca mais houve investimento e viu-se o resultado disso — degradação do património do Sporting. A partir de 2018, da forma possível, fizemos um investimento com capitais próprios, na Academia, no Pólo e no Estádio. Os resultados estão à vista. Chegámos a um ponto onde, para continuar a investir, ou continuamos a investir com capitais próprios ou podemos nos financiar. O Sporting hoje goza de uma credibilidade financeira», acrescenta o candidato da lista A no debate eleitoral dos leões na Sporting TV e completa:

«Fizemos um acordo de 225 milhões, empréstimo. Investimos para outra dimensão e achámos ser o momento ideal para o fazer. E podia ter sido nove vezes mais. Quiseram investir 2 mil milhões de euros no Sporting. A procura significa que os próprios investidores queriam que o Sporting pusesse mais dívida à venda. Apresentámos um documento com 100 milhões, onde detalhámos como, em 10 anos, o Sporting irá dobrar as receitas — através da Alvaláxia, com o espaço José Alvalade, que irá pôr o Sporting noutro patamar: espaço de restauração, lojas, um museu de última geração e uma integração de todo o espaço do estádio. Estamos confortáveis coma receita que será gerada com estes 225 milhões e que irão pagar os custos do empréstimos.»