Extremo suíço em ação com o FC Porto (foto IMAGO)
Extremo suíço em ação com o FC Porto (foto IMAGO)

Famalicão: Roméo Beney, o extremo que faz da língua de Camões trunfo para brilhar

Extremo suíço quer reencontrar-se com a melhor forma, já deu ar de graça frente ao Arouca e teve no português segredo para a rápida adaptação a Vila Nova

Não é só dentro de campo que tem saltado à vista o esforço do extremo suíço Roméo Beney, que agitou o jogo ofensivo na partida frente ao Arouca, na última jornada, depois de ter saltado do banco aos 66 minutos.

Fora das quatro linhas, o empenho do jovem jogador de 21 anos também é notório, como comprovou na antevisão ao jogo deste sábado (15h30) com o Vitória de Guimarães, no D. Afonso Henriques, que procurou fazer na língua de Camões.

«A equipa trabalhou bem esta semana. Acho que todos os jogadores estão preparados para este jogo. É um dérbi, então a equipa tem que ficar ainda mais concentrada, ainda mais poderosa. Temos que estar todos juntos para trabalhar no campo da mesma maneira e fazer um bom jogo. Acho que vai ser um bom jogo para o Famalicão», anteviu Roméo Beney aos meios dos famalicenses, feliz por poder voltar a fazer o que mais gosta depois das lesões terem atrapalhado a afirmação em Vila Nova.

«Sinto-me bem de novo. Tenho certeza de que foi um tempo difícil com estas lesões, agora sinto-me muito bem. Trabalho muito com o staff médico, o míster dá-me a confiança que preciso e agradeço por isso. E toda a equipa também me ajuda a concentrar-me nas táticas e a fazer um bom jogo», sublinhou, confiante em mostrar a melhor imagem até final da temporada.

«Não vimos muito do Romeo porque estive lesionado muito tempo. Tenho que ganhar de novo a confiança que tinha antes na Suíça para fazer de novo um bom jogo. Ganhar minutos também, ajudar a equipa primeiro, e depois, com o tempo, tudo vai dar certo», assentou, elogiando o balneário dos minhotos.

«Toda a equipa está muito bem preparada. Conseguimos ser concentrados nos treinos e também ser uma família no balneário, com muita alegria. Todo a gente está feliz e acho que isso é muito importante para este fim de temporada», sublinhou, dando conta dos dotes de poliglota que facilitaram (e muito) a adaptação ao balneário.

«Foi muito fácil adaptar-me. Porque tem brasileiro, tem francês. Posso falar um pouquinho de português, inglês, francês, então não é difícil adaptar-me. E a equipa ajudou-me bem», contou, elogiando as infraestruturas «incríveis» que a equipa tem à disposição. E que auguram bom futuro para os mihotos.

«Estive num grande clube na Suíça, mas acho ue o Famalicão já é um grande clube em Portugal. Um dos grandes de Portugal no futuro», vincou.

Espera, ainda, melhorar em todos os capítulos nas próxima época, até a falar português, «para fazer melhor entrevista».