Fábio Vieira, médio português do Hamburgo
Fábio Vieira, médio português do Hamburgo - Foto: IMAGO

Fábio Vieira sonha com a Seleção e recorda FC Porto: «Não faria nada diferente»

Médio português desvinculou-se do Arsenal este verão para rumar em definitivo ao Hamburgo, após uma época de estreia bem-sucedida na Bundesliga, coletiva e individualmente

Depois de uma época positiva de empréstimo ao Hamburgo, Fábio Vieira desvinculou-se do Arsenal, este verão, para regressar à Alemanha em definitivo e mostrou-se satisfeito por ter acontecido, mesmo que só no final do mercado, afirmando que o esforço do clube alemão foi decisivo.

«Tem sido um regresso natural, sinto-me bem cá, feliz, tendo em conta também a época passada, que foi positiva. Sentir o amor dos adeptos, das pessoas no clube... é muito importante. Nunca sabemos o que pode acontecer, sabia que havia a possibilidade de poder voltar aqui, mas podia ir para outro clube. Acaba por ser confuso, o que é normal, mas as coisas resolveram-se e estou aqui, feliz. Todos fizeram um grande esforço para eu voltar», começou por dizer, em entrevista à DAZN, admitindo que não esteve tão bem nos dois anos anteriores, um deles de volta ao FC Porto.

«Fiz um reset no verão passado para perceber o que poderia fazer melhor, tendo em conta os últimos dois anos que não correram tão bem a nível pessoal, tanto no FC Porto como no Arsenal. É um grande clube, com grandes jogadores, e acabou por ser difícil para mim, também pelas lesões e perdi espaço. Foi um dos motivos que me fez voltar ao FC Porto e agora desvincular-me do Arsenal. Saio um jogador mais maduro, muito graças ao Arteta, aprendi muito», explicou, garantindo que não mudava nada na carreira.

«Não faria nada diferente, só pedia a Deus que não tivessem acontecido estas lesões [risos], que prejudicaram um pouco, foram em timings importantes da época. Agora estou bem, tranquilo, confiante e preparado para a nova temporada», garantiu, apontando ainda ao objetivo de chegar à Seleção Nacional.

«Quero construir uma fase da carreira que seja sempre em crescendo, que me faça chegar a patamares superiores, que me dê também a oportunidade de poder representar o meu país. É um sonho que ainda tenho por concretizar. Passo a passo, não penso nisso como uma obsessão. Sei o que sou como jogador e o que posso oferecer, se as coisas acontecerem naturalmente vai acontecer», concluiu.

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