Equipa feminina do Sporting solidária
O futebol joga-se muito para lá das quatro linhas. Madalena Marau, Cassie Coster, Neuza Besugo e Ágata Filipa, da equipa feminina do Sporting, visitaram esta quarta-feira a Fundação Maria Droste. A iniciativa, promovida pela Fundação Sporting, visou estreitar os laços do emblema de Alvalade com a comunidade e inspirar as jovens ali acolhidas.
Num antigo palacete lisboeta, a comitiva verde e branca conheceu a realidade de uma instituição que acolhe diariamente raparigas que foram judicialmente afastadas das suas famílias. É um acompanhamento incansável que apanha várias etapas da vida destas jovens, desde o acolhimento residencial até à preparação para a tão desejada autonomia.
No total, são 22 as meninas, a partir dos oito anos, divididas por dois polos. A Casa Aquaviva acolhe as mais novas, com o foco apontado à reintegração familiar; já a Casa da Árvore prepara as mais velhas para a independência. A esta rede juntam-se ainda dois apartamentos de autonomia — Borboleta e Andorinha —, onde dez jovens vivem a reta final de transição para a vida adulta.
Muito mais do que um teto seguro, a instituição fornece as ferramentas, as regras e o afeto necessários para construir um futuro diferente, recriando uma verdadeira dinâmica familiar. Um porto de abrigo onde as leoas provaram que as vitórias mais bonitas do Sporting também se conquistam no campo da responsabilidade social.