No ano passado, Henrique Rocha fez história para o ténis português em Roland Garros. IMAGO
No ano passado, Henrique Rocha fez história para o ténis português em Roland Garros. IMAGO

Dois portugueses garantidos no qualifying de Roland Garros

Henrique Rocha e Jaime Faria vão tentar entrar no quadro principal do segundo Grand Slam da temporada, enquanto Frederico Silva tem uma longa e paciente espera para saber se pode pisar a terra batida parisiense

A representação portuguesa no qualifying de Roland-Garros conta, para já, com as presenças confirmadas de Henrique Rocha e Jaime Faria. Por sua vez, Frederico Silva ficou fora e necessita de uma conjugação de onze desistências para se juntar aos compatriotas em Paris.

A situação de Frederico Silva, atualmente na 234.ª posição do ranking ATP, complicou-se decisivamente após a derrota nos quartos de final do Oeiras Open 125. O encontro, que durou 3 horas e 18 minutos, revelou-se crucial, pois uma terceira vitória no Jamor teria assegurado a sua entrada sem depender de outros resultados.

Agora, o tenista de 32 anos encontra-se na posição de 11.º suplente (alternate), o que o obriga a aguardar por um número idêntico de baixas para poder regressar a um torneio do Grand Slam. A sua última participação numa prova desta magnitude remonta a setembro de 2023, no US Open.

Em contraste, Henrique Rocha (118.º) e Jaime Faria (136.º) viram esta semana a sua entrada na fase de qualificação ser oficialmente confirmada. Ambos tentarão ultrapassar esta fase para se juntarem a Nuno Borges, o único tenista luso com entrada direta no quadro principal masculino.

Há um ano, Henrique Rocha protagonizou um feito histórico ao superar o qualifying e alcançar a terceira ronda, tornando-se o primeiro português a vencer cinco encontros de singulares numa única edição de um Grand Slam. Já Jaime Faria, que teve entrada direta no quadro principal, foi eliminado na primeira ronda.