Novak Djokovic saiu do top 10 do ranking mundial pela primeira vez desde 2018
Novak Djokovic saiu do top 10 do ranking mundial pela primeira vez desde 2018

Djokovic provoca marco inédito em 24 anos de história no ténis

Sérvio baixa à 12.ª posição do ranking mundial pela primeira vez desde 2018 e completa a ausência dos chamados 'três grandes' do top-10 desde 2002

Novak Djokovic baixou ao 12.º lugar do ranking mundial de singulares (ATP) significa a primeira saída do sérvio do top 10 da hierarquia do ténis desde 16 de julho de 2018. A queda de sete posições surge após uma eliminação precoce na primeira ronda do Open dos Estados Unidos.

Este acontecimento assinala ainda um marco no circuito masculino da modalidade, por ser a primeira vez, desde 13 de outubro de 2002, que algum dos denominados três grandes do ténis mundial, Roger Federer, Rafael Nadal e Novak Djokovic (o suíço retirou-se em 2022 e o espanhol em 2024) não figura nos dez mais da tabela ATP.

No circuito feminino, a grande novidade é a ascensão de Elena Rybakina à liderança do ranking. A cazaque destronou Aryna Sabalenka, que ocupava o topo há 99 semanas, após vencer a bielorrussa na final do US Open, no último sábado, por 6-4, 5-7 e 6-2. Sabalenka desce agora para o segundo lugar, enquanto a norte-americana Jessica Pegula se mantém na terceira posição.

A vitória no US Open, no domingo, permitiu a Alexander Zverev consolidar o segundo lugar e aproximar-se do líder, o italiano Jannik Sinner, que não participou no torneio nova-iorquino devido a lesão. O alemão conquistou o derradeiro Grand Slam da temporada ao derrotar na final o norte-americano Ben Shelton pelos parciais de 6-2, 7-6 (7-2), 5-7 e 6-2.

Apesar da derrota na final, Ben Shelton alcançou a melhor classificação na tabela ATP, subindo ao quarto posto, logo atrás do espanhol Carlos Alcaraz, que é terceiro. Outra subida de relevo foi a do norte-americano Frances Tiafoe, que, após chegar às meias-finais, entrou para o top 10, ocupando a oitava posição.

Entre tenistas portugueses, Nuno Borges continua a ser o número um nacional, embora tenha descido sete lugares para a 48.ª posição. Em sentido inverso, Jaime Faria atingiu a melhor classificação pessoal de sempre, subindo dois lugares para o 70.º posto, enquanto Henrique Rocha se aproxima do top 100, ao ascender à 118.ª posição.

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