Pablo García em lágrimas
Pablo García em lágrimas

Depois de uma vida no Betis, é vendido ao Racing e sai em lágrimas

Saída de Pablo García para o Racing marcada por lágrimas e desolação

A transferência de Pablo García do Betis para o Racing Santander, concretizada no fecho do mercado, ficou marcada por um momento de grande emoção. Ao deixar as instalações do clube, o jogador foi visto a chorar compulsivamente dentro do carro, incapaz de falar com os jornalistas presentes.

A imagem do jovem futebolista, desolado no carro conduzido pela mãe, motivou muitas críticas dos adeptos, que culpam a chregada de Ceballos pelo atleta de 20 anos, que fez toda a formação no clube sevilhano. Mais tarde, o seu pai, Ramón, em declarações ao programa «El Partidazo de Cope», expressou a dor da família.

«Viram o rapaz e a mãe, não viram? Ele foi ao cacifo buscar as coisas... estamos a passar por um mau bocado», afirmou, entre lágrimas, antes de acrescentar com esperança: «Bom, quando ele começar a treinar, vai dar tudo por tudo e vai fazer as pessoas do Racing felizes, de certeza».

Ramón revelou ainda que a notícia da transferência foi inesperada e tardia. «Muito tarde, porque isto surgiu hoje ao meio-dia, nem sei. A meio da tarde surgiu a história e estivemos à espera que tudo se fechasse, até bastante tarde... são 15 anos de Betis, é uma vida», notou.

Pablo passou por todos os escalões no Betis e estreou-se na LaLiga em janeiro de 2025, disputando 33 jogos e marcado 3 golos pela equipa principal.

A decisão de deixar o Betis foi motivada pela necessidade de o jogador, de 20 anos, ter mais minutos de jogo, algo difícil de garantir no clube sevilhano.

«É claro que o que interessava era tentar jogar o máximo possível. E aqui sabemos o grande plantel que temos e a quantidade de futebolistas muito bons que existem. Portanto, estávamos entre ficar aqui e desfrutar dos minutos que lhe fossem dados ou tentar encontrar uma saída para ele, para relançar a sua carreira e poder jogar e desfrutar do futebol, que é o que ele quer», explicou o pai de Pablo García.

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