Mile Svilar, guarda-redes da Roma
Mile Svilar, guarda-redes da Roma

De Rossi fala de ex-Benfica e emociona-se: «É dos melhores do Mundo»

Atual treinador do Génova comandou Mile Svilar na Roma e deixou-lhe elogios

De Rossi, treinador do Génova, comandou Mile Svilar na Roma e não escondeu a emoção ao falar sobre o ex-Benfica, em conferência de imprensa. Foi o antingo internacional italiano que lançou o guarda-redes na Roma, aproveitando uma lesão de Rui Patrício.

«Não acho que tenha tido um olho particularmente brilhante para reconhecer que Svilar tinha algo diferente. O Mile Svilar pode ser colocado entre os três ou cinco melhores guarda-redes do mundo. Tive sorte por me encontrar naquela situação e por ter encontrado um grande homem como o Rui Patrício. Mas agora não há nenhuma urgência», disse, na antevisão ao encontro com a Roma, no Olímpico.

Nos últimos dias, o eixo de mercado entre a Roma e o Génova esteve particularmente ativo. Tommaso Baldanzi volta a ser treinado por Daniele De Rossi, enquanto o jovem talento Venturino fez o percurso inverso. O antigo jogador do Empoli poderá ser uma peça importante para De Rossi na luta pela manutenção dos rossoblù.

«O que pode acrescentar? Neste momento, pouco, porque ainda está lesionado. Ainda não o oficializámos. É um rapaz de quem gosto muito, vejo um enorme potencial nele, mas ainda não é jogador do Génova», afirmou, acrescentando: «Estou focado naqueles que, espero eu, nos farão vencer o próximo jogo no domingo.»

Sobre a possibilidade de Baldanzi jogar como falso nove, o técnico foi claro: «Vi que o Gasperini o utilizou como falso avançado. A sua compleição física é o que é e isso retiraria alguma presença na área. Aqui temos um ponta de lança e avançados fortes. Queremos que estejam mais presentes na área. Estou contente com eles, e se marcarem, melhor, mas quando não o fazem, pode ser mérito do guarda-redes. Quanto a Baldanzi, quando chegar, veremos se será uma opção, mas não creio que o vá colocar a jogar como avançado. Imagino-o neste estádio e acho que pode tornar-se um favorito dos adeptos, porque tem o ADN dos adeptos do Génova

De Rossi assumiu a responsabilidade por não ter apostado mais nos jovens da formação do Génova: «Talvez seja uma mentalidade muito italiana, talvez um pouco antiquada, apesar de eu ser um treinador jovem. No início, tendemos a apoiar-nos na experiência. Devia ter tido um pouco mais de coragem, mas não é fácil. Assumo a responsabilidade e não é por falta de confiança.»