Jogadores do SC Braga a fazerem a festa no Estádio La Cartuja do Betis
Jogadores do SC Braga a fazerem a festa no Estádio La Cartuja do Betis - Foto: IMAGO

Betis acionou alerta de evacuação contra o SC Braga por engano

Emblema de Sevilha pediu desculpa aos adeptos pelo sucedido e revelou que se tratou de um «erro humano»

O Betis pediu esta sexta-feira desculpa aos adeptos pela mensagem de evacuação acionada por engano na compensação do jogo da segunda mão dos quartos de final da UEFA Europa League frente ao SC Braga, no qual foi eliminado após uma derrota por 2-4 (1-1 em Braga).

Em comunicado, o clube de Sevilha lamenta «a confusão ocorrida aos 90+2 minutos» no estádio La Cartuja, em Sevilha, já com o resultado de 2-4, explicando que a mensagem de evacuação foi ativada «devido a erro humano». O Betis apresenta «desculpas aos seus adeptos pelo alarme causado», refere a nota.

O conjunto espanhol orientado por Manuel Pellegrini adiantou ainda que, «em conjunto com a Polícia Nacional, irá rever os seus protocolos para evitar que uma situação semelhante se repita». Os verdiblancos esclareceram que, tal como acontece em todos os jogos europeus, foram feitos nos minutos finais três anúncios em língua portuguesa para informar os adeptos visitantes de que deveriam permanecer nas bancadas após o apito final.

Contudo, neste jogo, «foi ordenada a transmissão de uma mensagem adicional», uma vez que o plano organizado para a saída dos adeptos portugueses «teve de ser modificado», porque «os condutores não estavam a cumprir os limites de tempo regulamentares do tacógrafo».

«Por conseguinte, a Unidade de Intervenção Policial (UIP) solicitou à UCO - Unidade de Controlo Operacional - que anunciasse, através do sistema de som, aos adeptos portugueses que teriam de aguardar mais tempo na bancada visitante», adicionou.

No entanto, «no momento em que a equipa técnica ativou o sistema para efetuar o anúncio, devido a erro humano, foi acionado o botão da mensagem pré-gravada de evacuação do estádio». O Betis acrescenta que, «assim que a falha foi identificada, a própria UCO reportou o erro cometido e que não havia necessidade de efetuar a evacuação».