Ana Capeta: «Sou uma jogadora mais madura agora»
De há um mês a esta parte que Ana Capeta passou a ser a mais recente emigrante da Seleção Nacional feminina, cujas eleitas estão espalhadas pelos mais diversos campeonatos – juntou-se à Juventus, campeã italiana.
Antes, mais jovem, a atacante já tinha tido uma curta experiência nos Países Baixos e pelo PSV Eindhoven, onde apenas cumpriu a pré-época em 2021 antes de regressar a Portugal, para assinar pelo Famalicão. Quatro anos e meio passados, atualmente com 28 anos, a avançada reconhece ter adquirido a necessária maturidade que facilitou uma afirmação imediata, com dois golos e uma assistência em quatro partidas.
«A idade é diferente relativamente à altura, quando saí para o PSV. Em relação à adaptação eu acho que nós, jogadoras, quanto melhor e mais rápida adaptação tivermos às equipas e aos campeonatos, mais benéfico vai ser para nós. Enquanto jogadoras de seleção, nós temos de ter essa adaptação rápida, porque não estamos sempre a jogar contra as mesmas equipas. Sou uma jogadora mais madura agora», comentou, satisfeita com o passo que deu na carreira.
Em Turim, Ana Capeta conta ainda com a compatriota Tatiana Pinto, com a qual volta a unir forças em contexto de seleção, para os desafios de Portugal ante Finlândia e Eslováquia, pelo arranque da fase de apuramento para o Mundial 2027, para os quais a dianteira mostrou sensações positivas. «Estamos bastante unidas e trabalhadoras. As coisas estão a correr bem», avaliou, por fim.