Destaques do Benfica: Kokçu bate à porta da equipa de Prestianni
Trubin – Ficou com os pés pregados à relva no disparo, ali à frente dele, de Iwobi. Não podia fazer mais. Mais em ação na primeira parte, defendeu um cabeceamento de Muniz após canto e travou remates de Cairney e outra vez de Muniz. Na segunda parte, notável e segura defesa, com os pés bem assentes na relva, a cabeceamento de Wilson, mesmo à frente dele e entre António Silva e Morato.
Bah – Fica ligado ao lance do golo do Fulham ao cair (em falta?) na arrancada de Iwobi. Muitas dificuldades na primeira parte para travar Iwobi e Robinson, também porque pouco apoio teve de João Mário. Foi melhorando com o tempo, aos 43’ deixou para trás Robinson num lance que levantou a plateia. Em bom plano na segunda parte, mais ofensivo, deixou Leandro Barreiro (49’), Pavlidis (51’) e Prestianni (56’) em boa posição na área para fazer melhor. Aos 72’, lançado por João Mário, sofreu falta de Tete na área do Fulham, mas o árbitro não assinalou penálti.
Tomás Araújo – Entrou bem, no primeiro minuto estava a antecipar-se para fazer um corte, aos 17’ despachou da área um centro de Traoré. Esteve sempre tranquilo e a bola nunca queimou, mesmo sob pressão dos ingleses.
Morato – Aos 14’, na saída de bola, ofereceu o ouro a Muniz, mas Iwobi não aproveitou o brinde. Já tinha sido batido duas vezes pelo compatriota do Fulham. Aos 28’ também deixou Muniz rematar na área, sem consequências graves. Estabilizou na segunda parte, muito mais tranquila e sem ações de grande exigência.
Beste – Deixou Traoré cruzar e criar perigo aos 7’, aos 11’ foi batido pelo mesmo adversário. Suficiente para perceber que a noite seria complicada e não poderia atacar muitas vezes. Ofensivamente, apenas três lances: passe para Prestianni rematar (18’), um cruzamento sem destino (35’) e um canto conquistado (42’). Saiu ao intervalo.
Florentino – Aos 13’, num canto, deixou que o adversário desviasse ao primeiro poste num lance de perigo. No lance do golo, também deixou Traoré escapar. Dividiu as tarefas defensivas com Leandro Barreiro. No ataque, apenas um bom passe vertical para Pavlidis (34’).
Leandro Barreiro – Não matou à nascença a origem do lance do golo do Fulham, permitindo a arrancada de Traoré. Muito rotativo mas desamparado (como Florentino), ainda cortou algumas linhas de passe. Quis ter a bola, recuou para iniciar ataques, foi pouco influente. Mas aos 52’ recuperou a bola que acabou com o disparo de Prestianni… aos dois postes. Saiu aos 64’.
João Mário – Ajudou pouco Bah a defender e, no ataque, procurando zonas interiores, teve poucas contribuições positivas. Até que passou para o centro do meio-campo e espalhou classe em dois passes verticais: um para Bah (72’), que seria derrubado na área; outro para Neres, que não aproveitou.
Pavlidis – Primeiro jogo sem marcar pelo Benfica. E teve poucas oportunidades para fazê-lo porque teve pouco jogo. Apenas uma vez rematou com perigo, aos 45’, disparo cruzado de primeira, após mau corte de Diop, para boa defesa de Leno. Aos 51’, em boa posição na área, não quis rematar de pé esquerdo, andou à procura do direito e deu tempo para Diop cortar.
António Silva – Cabeceamento aos 50 minutos à figura de Leno, após canto. Aos 66’ ganhou a bola no meio-campo, transformou-se em avançado, entrou pela área, mas não conseguiu definir o lance. Não teve muito trabalho a defender.
David Neres – Teve cinco momentos em que poderia fazer a diferença e foi infeliz, ora por má decisão, ora por um mau remate, ora por superioridade do adversário. Desta vez as coisas correram-lhe mal.
Marcos Leonardo – Entrou para o lugar de ponta de lança. Estava com vontade de fazer estragos. E assim que teve oportunidade rematou (69’ e 70’). Na parte final passou a dar apoio a Arthur Cabral.
Martim Neto – Poucos minutos em campo, mas os suficientes para um remate perigoso fora da área, para boa defesa de Leno (89’). E ainda um bom cruzamento para David Neres (90+6’)
Tiago Gouveia – Mais uma vez utilizado como defesa-direito.
Arthur Cabral – Aos 89’ atirou-se a uma bola na área, aos 90+7 sofreu uma falta de Bassey.