Cláudio Pereira, árbitro da partida, com Tiago Manso, capitão do Tondela - Foto: LIGA PORTUGAL
Cláudio Pereira, árbitro da partida, com Tiago Manso, capitão do Tondela - Foto: LIGA PORTUGAL

Tiago Manso após a derrota com o FC Porto: «Vamos lutar com tudo»

Defesa e capitão dos beirões no Estádio do Dragão garantiu que acredita que a equipa vai conseguir a permanência

O Tondela perdeu este domingo por 0-2 em casa do FC Porto, em duelo a contar para a jornada 30 da Liga Portugal. Após a partida, Tiago Manso, capitão do emblema beirão no Estádio do Dragão, afirmou que a equipa visitante foi «fiel» à ideia de jogo, deixou elogios a Gonçalo Feio e garantiu que a equipa, penúltima classificada do campeonato, vai «lutar com tudo» pela permanência.

«Sabíamos que ia ser um jogo difícil, mas vínhamos como uma ideia clara. Creio que fomos fiéis à nossa ideia. A primeira parte correu bem. Podíamos talvez ter criado um pouco mais de perigo, mas conseguimos fazê-lo. Na segunda parte, aquele golo afeta um bocadinho a equipa. Mas acreditámos sempre que podíamos ir atrás do resultado e levar pontos. Infelizmente não conseguimos, mas se ganhássemos hoje, não nos salvávamos hoje. Perdendo hoje também não acaba hoje. Enquanto for possível vamos lutar com tudo. Por esta gente, por nós, pelas nossas famílias, acredito que vamos conseguir», começou por dizer.

O defesa do Tondela elogiou Gonçalo Feio, treinador principal, que, na ótica do atleta, transmite «boas ideias» à equipa por querer utilizar um estilo de posse e atacante: «Dá-nos confiança. Com bola é que fazemos golo. Para ganharmos jogos, que é o que precisamos agora, temos de ter a bola e de fazer golos. Essa é a ideia do mister, acreditamos que é uma boa ideia e que vai resultar.»

O próximo jogo do Tondela, penúltimo classificado da Liga Portugal, é com o Nacional, que também luta pela permanência. «Não é uma final. Nada se decide. Mas não posso negar que é um jogo muito importante para nós. Vamos dar tudo para conseguirmos os três pontos», disse Tiago Manso, que afirmou que o conjunto não se sente «inspirado» pelas antigas histórias de 'sobrevivência' na primeira divisão, mas sim pelo trabalho diário: «Diz-nos que é possível. A inspiração é o trabalho de todos os dias, que fizemos hoje e que vamos fazer para a semana. Só mostra que é possível e, se é possível, acreditamos», completou.

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