Relvados das competições profissionais monitorizados jogo a jogo
A Liga Portugal elegeu a qualidade dos relvados como um dos critérios subjacentes ao lema do programa META 2028 — mais jogo, melhor futebol — e apertou desde início da época o escrutínio dos campos em que se disputam jogos das competições profissionais.
Após três jornadas, e de acordo com o novo princípio de monitorização, existem oito relvados a exigir uma vistoria oficial já no próximo mês, se as tendências da jornada ainda por disputar não se alterarem.
Os estádios do Marítimo e do Estrela da Amadora (Primeira Liga) e do União de Leiria, do Tondela, do Farense, do Feirense, do Portimonense e da Académica (Segunda Liga) não apresentam, de momento, valores acima dos 6,5 (em 10), o que corresponde, nos novos moldes, a vistoria mensal, que ocorrerá já em setembro.
Há seis relvados com nota máxima até ao momento, entre as duas Ligas: Alverca, Dragão, Arouca e Luz na primeira; Alcochete (Sporting B) e Amarante na segunda.
Vários outros aproximam-se dos valores máximos, sendo que os oito já referidos ficam no limbo para possível inspeção já no mês que vem.
Na época 2026/2027 foram instalados seis novos relvados em cada uma das ligas. Na Primeira Liga existem 15 relvados naturais e três híbridos (Sporting, Benfica e SC Braga) e na Segunda Liga dois híbridos (Amarante e Sporting B).
Curiosamente, nem sempre a idade dos relvados implica avaliações menos boas. Segundo a informação disponibilizada pela Liga Portugal, dos cinco estádios cujos relvados têm mais de seis anos de longevidade, nas duas ligas, apenas um foi alvo de avaliação abaixo do recomendável, o do Feirense, com 16 anos.
Os do Aves SAD (10 anos), do Nacional da Madeira (28 anos), do Santa Clara (27anos) e do Moreirense (25 anos) apresentam ainda assim bons desempenhos, com destaque para o recinto de São Miguel, nos Açores, que atinge nota 8 em 10.
Qualquer nota inferior a 7 corresponderá a avaliações profundas no final da época.