Fabio Veríssimo conversa com Leonardo Jardim e Marco Silva
Fabio Veríssimo conversa com Leonardo Jardim e Marco Silva - Foto: IMAGO

Nova explicação para o incidente entre os bancos de Benfica e Flamengo

Ânimos acesos no particular realizado no Estádio Algarve

O particular entre o Benfica e o Flamengo, disputado no Estádio Algarve, ficou marcado por um momento mais aceso entre as equipas técnicas dos dois clubes ao minuto 39 e há uma versão diferente para o incidente.

O ambiente tenso subiu de tom quando Prestianni sofreu uma falta dura de Erick Pulgar, que resultou num cartão amarelo para o jogador do Flamengo, e o que se seguiu foi um momento de exaltação entre os dois bancos, com trocas de acusações e gritos.

Tudo terá começado depois de Fernando Ferreira, treinador de guarda-redes dos encarnados, se dirigir ao banco adversário a pedir para pararem com a «caça ao homem», numa alusão a Prestianni, sob pena de serem eles os culpados se a situação acabasse mal.

O elemento da equipa técnica de Marco Silva terá depois regressado ao banco para se sentar, com o intuito de evitar a expulsão.

Seguiu-se momento de agitação e, no final, Leonardo Jardim explicou a reação. «Eu sou uma pessoa muito calma, muito respeitosa. Normalmente no futebol muitas vezes criticam-me por a minha atitude calma, respeitosa, mas não admito que ninguém me falte ao respeito ou que me assalte o banco para me faltar ao respeito, quando eu nem falei. Estava ali a observar o jogo, que é esse o meu trabalho, para tomar as melhores decisões. Queria-me aproximar da pessoa para responder, só que os cobardes fogem. Ele fez e depois fugiu e outras pessoas intervieram e eu disse não me agarrem porque eu não gosto que ninguém me agarre. Agarra-me só a minha mulher e o meu filho», disse.

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