Os destaques do FC Porto: Galeno a sair do banco sem o dragão sair do destino
Diogo Costa (5) — Nos dois golos sofridos, pouco ou mesmo nada poderia ter feito para os evitar. Sem qualquer defesa de elevado grau de dificuldade, sobressaiu no jogo de pés, muitas vezes a colocar bem o esférico para que os companheiros dessem seguimento às jogadas.
Jorge Sánchez (3) — Chamado à equipa no impedimento de João Mário, teve uma tarde/noite para esquecer, com culpas nos dois golos adversários, pois não conseguiu fechar por dentro como era sua obrigação. Saiu ao intervalo e não terá deixado saudades entre a nação portista.
Zé Pedro (4) — Desenquadrado no lance do primeiro golo famalicense, emendou um pouco a mão na segunda parte, mas ainda viu Cádiz ganhar-lhe uma bola que poderia ter lançado muito perigo na área portista.Razoável no passe.
Otávio (5)— O mais acertado da defensiva azul e branca frente a atacantes que conhece bem ou não tivesse começado a temporada no Famalicão. Critério a colocar a bola nos companheiros, embora tenha visto um amarelo desnecessário.
Wendell (3) — Mais um lateral desastrado. No primeiro golo deu demasiado espaço a Puma Rodríguez para cruzar e no segundo também não esteve bem ao chegar atrasado e a dar espaço a Gustavo Sá para cruzar para Cádiz emendar à boca da baliza. Nunca saiu dum registo medíocre para mal dos pecados portistas.
Grujic (4)— Muito pouco vertical e com pecados defensivos. Ficou ao intervalo na cabina e toda a gente percebeu porquê, pois o sérvio não correspondeu à aposta de Conceição.
Francisco Conceição (6) — O primeiro golo portista tem um grande contributo seu, uma vez que encontrou espaço onde parecia que ele não existia e contou com o desvio azarado de Zaydou Youssouf para empatar o marcador. Quando conseguir colocar um pouco de gelo no caráter, toda a gente ficará a ganhar...
Nico González (5) — Tem de se libertar mais das amarras porque joga em equipa grande que necessita de médios mais criativos e com melhor chegada à área adversária. Não teve e a equipa saiu penalizada.
Pepê (5) — O internacional brasileiro parece estar na enxurrada de mau futebol praticado pelos portistas.A qualidade está lá mas só aparece muito a espaços. Ontem andou pelo meio, pela esquerda e pela direita, sem nunca mostrar laivos daquele futebol que já encantou. E como os portistas se sentem órfãos de Pepê...
Iván Jaime (3) — Completamente ao lado esta aposta de Sérgio Conceição, pois, olhando para trás, não se vê uma única ação positiva do espanhol com consequências meritórias para a sua equipa.Nem nos livres que era uma das suas especialidades, acertou...
Evanilson (3)— Até esteve bem ao ganhar a bola no primeiro golo portista mas borrou completamente a pintura ou queimou a fotografia —como se quiser — quando deu uma cabeçada num adversário e viu cartão vermelho numa altura em que a sua equipa tentava, a todo o custo, chegar à vitória. Como castigo acrescido não joga na segunda mão da meia-final da Taça de Portugal, jogo importantíssimo para as cores azuis e brancas.
Alan Varela (5)— Oargentino, embora sem exuberâncias desmedidas, trouxe outro critério na posse aos portistas, embora continue a ter a pecha da pouca verticalidade.
Taremi (6)— Talvez a única boa notícia para o FC Porto tenha sido o regresso aos golos do iraniano, algo que não acontecia há quase quatro meses. Emprestou outra agressividade e assertividade ao ataque portista. Continua a procurar em demasia o contacto com os adversários mas quando se marca está quase tudo bem. Está de volta uma arma portista para a reta final da temporada
Danny Namaso (-) — Mais um para o ataque quando os portistas jogavam o tudo por tudo. Sem resultado.
Eustáquio (-) — Entrada sem qualquer impacto no jogo.