Muralha resistiu até ao primeiro sopro (as notas do Moreirense)
Foram... 52 minutos de resistência. De um coletivo forte e organizado que acabou por cair ao primeiro deslize. Notas positivas para André Ferreira, guarda-redes atento, com saída aos pés de Trincão (8) como momento alto. Muralha consolidada por quarteto muito solidário nas tarefas defensivas. Dinis Pinto, muito forte na marcação, Gilberto Batista, veloz a vigiar movimentações ofensivas dos alas leoninos, Maracás, o patrão, sempre disponível e forte nos duelos (tirou o golo a Suárez aos 31’) e Álvaro Martínez, mais contido e menos exuberante, mas igualmente eficaz como quando tirou a bola a Fresneda após defesa incompleta de André Ferreira (49). A dupla de médios cónegos, Stjepanovic e Rodrigo Alonso, limitaram-se a fechar espaços e travar inúmeros duelos com Hjulmand e Morita. Os problemas do Moreirense surgiram daqui para a frente, com uma equipa que poucas vezes se estendeu no terreno. Kiko Bondoso e Alanzinho, sem bola, espaço reduzido, não apareceram, e foi em Cédric Teguia, com uma perda de bola comprometedora sobre Maxi, que originou o primeiro golo de Trincão. Maranhão foi presa fácil para os defesas leoninos e do banco apenas uma entrada que animou: Nile John que em poucos minutos foi o mais ameaçador com dois remates, um deles ao ferro. Mas pouco, muito pouco para assustar o leão.
Notas do Moreirense: André Ferreira (5); Dinis Pinto (6), Gilberto Batista (5), Maracás (5) e Álvaro Navarro (5); Rodrigo Alonso (4), Stjepanovic (5); Cédric Teguia (4), Alanzinho (4) e Kiko Bondoso (4); Yan Maranhão (4)
Suplentes: Nile John (6), Landerson (5), Luís Hemir (4), Leandro Santos (4), Afonso Assis (-)