Mundial: 3 pontos para a Namíbia, 73 para os All Blacks
Os três pontos - penalidade de Tian Swanepoel - que a Namíbia conseguiu marcar à Nova Zelândia, em Toulouse, já com dois dos onze ensaios sofridos contabilizados na ficha (7, nos primeiros 40’) do segundo encontro do Mundial França 2023, Grupo A, deixou a seleção africana orgulhosa, pese embora ter encaixado 73 pontos.
«Enfrentámos os All Blacks de classe e ao ritmo que jogam foi muito difícil para os meus rapazes. Mas contra uma equipa de classe mundial, retiramos muito orgulho da nossa participação», salientou Alister Coetzee, selecionador da Namíbia.
Uma opinião que encontrou eco no capitão, Johan Deysel. «A Nova Zelândia foi incrível, em especial na primeira parte. Não os conseguimos parar, mas no segundo tempo reagimos e procuramos aquele ensaio, mas não conseguimos. Tivemos algumas hipóteses, mas eles pararam-nos. No entanto, estou muito orgulhoso destes rapazes», reforçou.
Samuel Whitelock played his 148th Test Match this evening. In doing so he equalled Richie McCaw’s record as the most capped All Black of all-time.
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148 Test matches for the All Blacks. What a legend 🖤 pic.twitter.com/OOYd3aeGMV
A Nova Zelândia soma assim os primeiros pontos (5) do Mundial e o primeiro cartão vermelho através de Ethan de Groot.
Anton Lienert-Brown 👏#RWC2023 | #NZLvNAM pic.twitter.com/B771kZVxcT
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O All Black, Cam Roigard, autor de dois toques de meta na estreia de internacionalizações, foi o homem do jogo. Na hora da celebração individual não esqueceu o adversário. Em especial, le Roux Malan, lesionado aos 17 minutos ao fraturar o tornozelo direito.
«Temos de dar crédito à Namíbia, mostraram grande paixão e coração. Espero que o jogador [Malan] que se lesionou no tornozelo esteja bem. Não gostamos de ver lesões deste tipo», disse.
Greatest pass of all time 🤯 https://t.co/oi3lQwWJxw
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