Moreirense: tempo de renovação no Minho
Com os setores defensivo e intermediário sem grandes abanões (até ao momento) naquilo que foi a estrutura do Moreirense em 2025/26, é imperativo, pelo contrário, Vasco Botelho da Costa pensar em novas soluções para o ataque.
O extremo Michael Dacosta foi o primeiro reforço a chegar, no início desta semana, oriundo do Bournemouth (Inglaterra). Contudo, a renovação necessária não se resume às alas. A ponta da dianteira é uma das grandes preocupações em Moreira de Cónegos.
Vasco Botelho da Costa não dispôs, na segunda metade da época, de um substituto à altura de Guilherme Schettine, que saiu em janeiro para o futebol chinês. Tanto Yan Maranhão como Luís Semedo ficaram a desejar no que diz respeito a golos. Só o português faturou (por duas vezes) em 2026, mas, curiosamente, é o único que é certo que vai sair, regressando aos ingleses do Sunderland, terminado o empréstimo.
Outra saída já acertada é daquela que foi uma das figuras maiores do Moreirense nas últimas épocas: Alanzinho. O médio ofensivo esteve quatro temporadas no Minho e, na reta final dessa aventura, até chegou a ser experimentado no centro do ataque. Com a saída do criativo, o Moreirense deverá ir ao mercado em busca de alguém que desempenhe o papel assumido, até então, pelo brasileiro.