Gilberto Batista disputa a bola com Pau Victor. Avançados arsenalistas não tiveram tarefa fácil  - Foto: HUGO DELGADO/LUSA
Gilberto Batista disputa a bola com Pau Victor. Avançados arsenalistas não tiveram tarefa fácil - Foto: HUGO DELGADO/LUSA

Moreirense: Gilberto Batista assumiu-se como 'patrão'

Na ausência de Maracás, o central orientou a linha defensiva, mas foi Francisco Domingues a envergar a braçadeira

O Moreirense apresentou-se, no empate do último domingo contra o SC Braga (2-2), com uma defesa muito jovem, mas com homens que são verdadeiros adultos dentro de campo. 

De Leandro Santos (20 anos) à direita, até Francisco Domingues (24) à esquerda, passando, no centro da retaguarda, por Kevyn (20) e Gilberto Batista (22), é precisamente este último que procuramos destacar.

Na ausência do capitão Maracás (impedido de disputar a primeira jornada do campeonato por estar ainda a cumprir um castigo relativo à época passada), foi o central guineense a orientar as rédeas da zona mais recuada dos verdes e brancos do Minho.

O defesa formado no Sporting apresenta já uma maturidade acima da média para a (tenra) idade. No seu quarto ano em Moreira de Cónegos — onde chegou oriundo dos leões com 19 anos —, Gilberto Batista tem agora outro estatuto.

No primeiro ano (2023/24), Gilberto Batista participou em quatro jogos. No segundo, em seis. No terceiro, em 28. E o quarto está agora em contagem.

Na Polónia, escreve-se que o Rakow prepara um milhão de euros pelo central. Contudo, o nosso jornal sabe que não chegou ainda nenhuma proposta pelo internacional A pela Guiné-Bissau.

Uma estreia a capitão

Houve ainda mais um defesa que foi destaque na partida diante dos arsenalistas: Francisco Domingues. Além do jogo bem conseguido, há a destacar o facto de o lateral também ter aproveitado a deixa de Maracás para envergar, pela primeira vez, a braçadeira de capitão dos minhotos.

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