Mercado: a convicção do Sporting no futuro de Maxi Araújo
O forte assédio internacional em torno de Maxi Araújo não belisca a convicção do Sporting: o internacional uruguaio é para continuar em Alvalade. Peça fulcral na dinâmica do corredor esquerdo leonino, o ala fixou-se como um dos ativos mais valiosos do plantel e, sabe-se, tal como A BOLA já havia revelado, a SAD leonina já acionou o plano de sedução para garantir a sua permanência por, pelo menos, mais uma época.
A estratégia não é nova e espelha o sucesso de dossiers anteriores. À imagem do que os leões conseguiram fazer no passado com Viktor Gyokeres e, mais recentemente, com o capitão Morten Hjulmand, o objetivo passa por demonstrar a Maxi que a estabilidade em Alvalade e o palco da Liga dos Campeões são o trampolim ideal para a sua progressão, antes do inevitável salto para a elite europeia.
No mercado, para já, há boas e más notícias para os leões. Do Espanha chega o alívio: o Atlético de Madrid, que vinha a acompanhar atentamente a evolução do sul-americano, deixou de ter o camisola 20 nos seus planos imediatos.O perigo, para já, mora agora em Inglaterra. Com o Chelsea à cabeça depois de perder Marc Cucurella para o Real Madrid.
O gigante londrino procura uma alternativa para a lateral esquerda e o uruguaio, há muito sinalizado em Inglaterra, surge como um dos potenciais alvos de um eventual negócio. O poderio financeiro de Stamford Bridge é conhecido, mas, para já, o Sporting mantém-se firme na intenção de não abrir mão do jogador, remetendo para valores proibitivos, ou seja, para a sua cláusula de… €80 milhões.
Existe, porém, um outro factor nesta equação: o Mundial. A estrutura leonina está consciente de que esta montra poderá fazer aumentar (ainda mais) a cobiça em Maxi Araújo. Há uma óbvia expectativa interna sobre o seu desempenho, mas a convicção de que o ala vai iniciar e terminar a próxima temporada de leão ao peito permanece inabalável.