Liga 2: Leixões aproveitou dilúvio e serviu balde de água fria em Chaves
Sob ameaça de chuva, e perante 733 espectadores, Chaves e Leixões encontraram-se deram bom bom espetáculo. Com a equipa da casa menos tranquila, entrou com mais intenção no último jogo em casa, e teve duas oportunidades para abrir o marcador, aos 11 e 12 minutos, por Miguel e Reinaldo.
A pressão manteve-se e, na sequência de um canto, penálti assinalado: Lourenço e Tounkara disputaram uma bola no ar e esta tocou na mão do defesa do Leixões, que tinha o braço elevado. Alertado pelo VAR, o árbitro Flávio Lima foi ver e considerou que o braço estava em posição não-natural, assinalando penálti. Roberto converteu e marcou o 12.º golo da temporada, para uma vantagem merecida para quem mais tinha procurado, logo aos 21 minutos.
Mas o Leixões não se ficou e procurou ativamente o empate, que chegou à passagem da meia hora: cruzamento de Nhaga à esquerda e Lucca Paraízo de cabeça, a cabecear a meio da área - um grande golo com bastante técnica.
Aos 37, grande momento para o Chaves. Remate de Kusso à barra, a bola subiu e sobrou para um cabeceamento de André Rodrigues, com o guarda-redes Miguel Morro a lançar-se e a ir despachar a bola para longe da baliza.
Mesmo antes do intervalo, aos 44, grande oportunidade para o Leixões: cruzamento da direita de Salvador Agra, remate de primeira de Rochez, junto à marca de penálti, e grande defesa de Vozinha, todo no ar.
Depois da pausa, com a combinação de resultados a favorecer o Chaves na busca pela manutenção, o jogo perdeu qualidade e intensidade, afastando-se das balizas, mas o Leixões deu sinais e aos 68 chegou mesmo à vantagem, cumprindo reviravolta no marcador - Rochez rematou cruzado de pé esquerdo dentro da área, assistido por Paraízo.
Daí para a frente a chuva voltou a ganhar protagonismo, caindo com bastante intensidade.
O Chaves tentou resgatar pontos no último jogo em casa e, aos aos 74 - num contra-ataque, Wellington Carvalho chutou para grande defesa de Miguel Morro.