Santi García (à direita) ganhou e Murilo (à esquerda) converteu o penálti que deu início à goleada gilista  - Foto: MANUEL FERNANDO ARAÚJO/LUSA
Santi García (à direita) ganhou e Murilo (à esquerda) converteu o penálti que deu início à goleada gilista - Foto: MANUEL FERNANDO ARAÚJO/LUSA

Gil Vicente: Murilo e Santi García assumiram as despesas ofensivas

Desde a saída de Pablo, o ainda melhor marcador dos gilistas em 2025/2026, ninguém marcou mais do que o extremo brasileiro e o médio espanhol

Mesmo tendo saído no mercado de inverno, Pablo Filipe continua a deixar marca na época do Gil Vicente. O avançado, entretanto transferido para o West Ham, mantém-se como melhor marcador dos gilistas em 2025/2026, com 10 golos apontados, um registo que resiste já há 11 jogos desde a sua despedida de Barcelos. 

A saída do goleador obrigou a uma redistribuição de responsabilidades no ataque da formação orientada por César Peixoto, e têm sido sobretudo Murilo e Santi García a assumir esse peso ofensivo. O extremo brasileiro é, desde janeiro, o principal goleador da equipa, com cinco golos marcados neste período. Uma parte importante desse contributo surgiu da marca dos onze metros, uma vez que Murilo herdou também a responsabilidade dos penáltis, função que até então pertencia a Pablo, tendo convertido quatro dos cinco golos dessa forma. 

Também Santi García tem reforçado o estatuto de uma das figuras da temporada gilista. O médio espanhol soma seis golos no total da época, quatro dos quais apontados já depois da saída de Pablo. A sua influência no último terço tem crescido de forma evidente nesta segunda metade da temporada, acompanhando o protagonismo que tem vindo a conquistar no conjunto minhoto. 

A fechar este pódio dos goleadores surge Gustavo Varela. O avançado emprestado pelo Benfica marcou três vezes desde janeiro e leva cinco golos no total da temporada, confirmando-se também como uma das soluções ofensivas mais produtivas no período pós-Pablo