Gil Vicente: galo madrugador gosta de picar o Benfica
Em Barcelos, no Estádio da Luz ou no mais comum dos meios rurais, todos conhecem a índole madrugadora do galo.
Quando esta ave não é a primeira a cantar, é porque alguma coisa estranha se passa — e até no espaço das águias também isto se pode agora aplicar.
O que aconteceu no jogo do último domingo — no Benfica 3-1 Gil Vicente — foi exemplo disso, com Héctor Hernández a despertar o marcador com um golo ao minuto 7.
Desde o regresso da formação do Minho ao principal escalão do futebol português (2019/20), já houve oito jogos com os lisboetas, no reduto encarnado, e em cinco deles foi o galo gilista a abrir a contagem: 2020/21 (2-1), 2021/22 (2-1), 2024/25 (1-5), 2025/26 (1-2) e 2026/27 (1-3).
Apesar de os barcelenses terem saído vencedores de apenas dois desses cinco duelos, é de salientar o espírito competitivo e sempre ofensivo com que têm encarado as partidas com as águias. Esta perceção é igualmente comprovada com o facto de os minhotos terem marcado em seis das últimas sete deslocações à Luz.