Federação esgotou recursos no diferendo com o Técnico
A Federação Portuguesa de Râguebi (FPR) e o Técnico mantiveram, ao longo de mais de um ano, uma longa litigância.
Na base esteve a decisão federativa de despromoção dos engenheiros da Divisão de Honra de 2021/2022 ao último escalão competitivo (2.ª divisão) por alegada inscrição irregular de jogadores num encontro com o CDUL, conforme a A BOLA escreveu na edição de hoje, dia 19.
Após o Tribunal Central Administrativo do Sul (TCAS) ter rejeitado, a 23 de fevereiro, o recurso da FPR relativo ao acórdão do Tribunal Arbitral do Desporto (TAD), de 18 de agosto do ano passado, decisão que anulou a desclassificação e despromoção do Técnico, a A BOLA sabe que a Federação não recorreu para o Supremo Tribunal Administrativo (STA) dentro do prazo legal de 30 dias que dispunha (até 23 de março) e esgotou todas as possibilidades de recurso ao seu dispor (TCAS não deu razão à FPR e esta não recorreu para o STA).
Pendente permanece um «requerimento de execução de sentença de anulação de ato administrative» por parte do Clube de Rugby do Técnico, entregue, em dezembro do ano passado, no Tribunal Administrativo Central Lisboa (TACL).
Pede a recolocação dos engenheiros na Honra e que seja dado seguimento ao acórdão do TAD referido atrás.