Metro de Lisboa
Metro de Lisboa

Os trabalhadores do Metro de Lisboa vão avançar com duas greves de 24 horas, uma esta quinta-feira, a outra na próxima terça-feira, sem que tenham sido decretados serviços mínimos.

A paralisação é promovida por um conjunto de cinco estruturas sindicais — Fectrans, STTM, SINDEM, SITRA e SITESE — e surge, entre outros motivos, por questões de segurança, que, segundo a dirigente sindical Anabela Carvalheira, não tem sido devidamente assegurada.

Segundo a RTP, a sindicalista acusa a empresa de estar a sobrecarregar os funcionários, «obrigando alguns trabalhadores, inclusivamente, a assumir funções em mais de um posto de trabalho».

Apesar do pré-aviso, Anabela Carvalheira demonstrou abertura para um recuo, apelando à administração do Metropolitano de Lisboa para que encontre uma solução.

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