Éder Militão teve uma lesão grave no joelho. Foto: IMAGO - Foto: IMAGO

«Com esta lesão, Militão não podia continuar a carreira ao mais alto nível»

Cirurgião do jogador do Real Madrid e ex-FC Porto destaca gravidade da lesão do brasileiro

Foi uma rotura de um tendão do bíceps femoral da perna esquerda que afastou Éder Militão do Mundial 2026. O jogador do Real Madrid foi operado com sucesso em Turku, na Finlândia, pelo cirurgião Lasse Lempainen, considerado uma das principais referências para vários desportistas, que explicou a gravidade do infortúnio de Militão.

«Não havia outra opção sem ser operar», disse à Marca, «era uma lesão muito grave». Tanto que, sem cirurgia, Militão «não podia continuar a carreira ao mais alto nível», portanto, a decisão de operar «era clara, ainda que seja lamentável que, por consequência disto, ele não possa participar no Mundial».

Agora, o cirurgião nem espera que Militão recupere antes do início da próxima época. «Em termos gerais, quando um futebolista de alto nível sofre uma lesão grave nos isquiotibiais, demora entre quatro e seis meses a poder voltar a competir ao mais alto nível», explica.

Militão que tem tido épocas terríveis na luta contra lesões: em 2023/24 sofreu uma rotura do ligamento cruzado anterior no joelho… e em 2024/25 também. Já esta época, já tinha sofrido com lesões musculares, antes de sofrer esta que o afastou definitivamente dos relvados por vários meses. Devido a estes problemas, o jogador só realizou 52 jogos nas últimas três temporadas.

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