Pierre-Emile Hojbjerg é o capitão da Dinamarca
Pierre-Emile Hojbjerg é o capitão da Dinamarca - Foto: IMAGO

Capitão da Dinamarca reage ao colapso de Eriksen: «Acabou da melhor forma»

Médio de 34 anos gerou muitas preocupação durante o amigável frente à Ucrânia, no qual colapsou na segunda parte. Selecionador Brian Riemer expressa desejo de visitar o jogador no hospital brevemente

Visivelmente abalado, Pierre-Emile Hojbjerg, capitão da Dinamarca, reagiu ao colapso de Christian Eriksen este domingo, durante o particular entre os nórdicos e a Ucrânia.

«O mais importante é que o Christian está bem e que a sua família está bem. Fomos para o balneário e falámos um pouco. Agora tentamos recompor-nos e ter a oportunidade de conversar uns com os outros. Algumas pessoas têm perguntas, outras precisam de falar com as suas famílias. Outras precisam de se sentar e ouvir um pouco. Isso é perfeitamente normal. É estranho dizer que isto traz recordações», afirmou o médio — um dos jogadores que estavam em campo quando Eriksen sofreu paragem cardíaca, no jogo com a Finlândia em 2021 — à estação televisiva TV2.

O jogador do Marselha elogiou ainda a pronta resposta à emergência: «A resposta foi bem gerida, a equipa médica tinha tudo sob controlo. Os jogadores mostraram respeito, os adeptos mostraram um grande respeito. Acabou da melhor forma possível, tendo em conta o que aconteceu. Estamos todos profundamente gratos por isso, e isso é o mais importante».

«Foi um choque. O mais importante é que o Christian está bem», continuou o capitão, acrescentando a sua necessidade de estar com os seus: «Acho que preciso de ver os meus filhos e a minha família. São eles que quero ver».

Por sua vez, o selecionador Brian Riemer expressou o desejo de visitar Eriksen no hospital o mais rapidamente possível. «Estou ansioso por vê-lo. Vou lá vê-lo assim que tiver oportunidade. Preciso de o ver e de falar com ele, sinto isso. Ele é um homem que significou muito para mim».

A relação entre Riemer e Eriksen estreitou-se durante a passagem do jogador pelo Brentford, clube que representou após o incidente de 2021 e onde o treinador era adjunto de Thomas Frank.

«Há jogadores de quem nos tornamos mais próximos do que de outros, e ele foi um daqueles de quem me aproximei devido à experiência que trazia. E desde então, também trabalhámos juntos na seleção, por isso é alguém com quem tenho uma relação próxima e que conheço muito bem. É por isso que, naturalmente, isto me afeta profundamente», concluiu o técnico.

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