Benfica foi a primeira equipa a apurar-se para a final da Taça. Foto Diogo Oliveira/FPV
Benfica foi a primeira equipa a apurar-se para a final da Taça. Foto Diogo Oliveira/FPV

Benfica já está na final da Taça!

Os encarnados venceram o Vitória de Guimarães por 3-1 (27-25, 20-25, 12-25, 22-25) e continuam firmes na defesa do troféu conquistado no ano passado. Sporting e Académica de Espinho jogam a segunda meia-final, esta tarde, também em Albufeira, a partir das 18h00.

O Benfica entrou a comandar na primeira meia-final da Taça, mas o Vitória já tinha avisado que acreditava que podia chegar à final e não tardou a colocar-se na frente (4-3). Porém, a ameaça não intimidou os encarnados, detentores do troféu, que com Banderó e Lucas França em destaque rapidamente abriram para 10-14. Mas os vimaranenses não baixaram os braços e sob a liderança de Miguel Cunha continuaram a trabalhar, conseguindo mesmo empatar o primeiro set (18-18) com um bloco de Yassine Abdelhedi, o que obrigou Marcel Matz a pedir um time out. De pouco valeu. O Vitória continuou concentrado e chegou mesmo aos 24-21, mas seria só ao terceiro set point que conseguiu fechar o parcial e colocar-se na frente (1-0).

Ao Benfica não restava outra coisa, senão arregaçar as mangas e foi isso que fez no segundo parcial, com Todua a mostrar o caminho (6-8), muito forte na rede. O Vitória ainda se aproximou (9-10), mas o serviço de Nivaldo e Lucas França empurraram os encarnados para nova vantagem (10-14). Aos 17-18, Marcel Matz pediu time out, avisado pelo que aconteceu no primeiro set, por certo, e Japa e Lucas França perceberam bem a lição com o set a fechar com 20-25, após os de Guimarães entregarem o serviço na rede.

Com o empate (1-1), esperava-se um terceiro parcial equilibrado, mas nada disso aconteceu. O Vitória acusou, provavelmente, a pressão encarnada e o Benfica aproveitou para fazer o 2-1 de forma rápida e eficiente, a partir do 6-8. Quando os vimaranenses voltaram a pontuar o marcador mostrava já 6-13 e a diferença foi só aumentando até chegar ao 9-22, sem que a equipa de Eduardo Faustino conseguisse reagir e impedir o desfecho por 12-25.

Ao contrário do que poderia ter acontecido, esta vantagem encarnada (2-1) não desmotivou os minhotos que, pelo contrário, surgiram no quarto parcial, dispostos a discutir até ao último ponto. Uma entrada implacável (5-1) obrigou Marcel Matz a pedir de imediato um time out, mas só conseguiu empatar aos 11-11, antes de Nivaldo se destacar (12-17) ajudar as águias a ganharem uma vantagem que parecia confortável. Só que não. A formação de Guimarães ainda tinha um último fôlego para ameaçar e conseguiu chegar aos 16-17, porém, a superioridade do Benfica viria à tona no momento decisivo para fechar o quarto e decisivo set com 22-25.