Plano não passa por Bruno Lage
Benfica: críticas duras de Cristóvão Carvalho ao acórdão do Conselho de Disciplina
Candidato à presidência não aceita que «a paixão de milhões de benfiquistas seja tratada com leviandade»; acrescenta que o clube não pode ser conivente com o silêncio de quem tutela o futebol português
Cristóvão Carvalho, candidato à presidência do Benfica, reagiu, nas redes sociais, com insatisfação e pediu reações de quem tutela ao futebol português, na sequência da publicação do acórdão do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, que revela a atuação do VAR e dois assistentes no lance da agressão de Matheus Reis sobre Andrea Belotti, na final da Taça de Portugal.
O defesa do Sporting, como se sabe, não foi sancionado e o advogado considera que foi retirado ao Benfica «um título conquistado com mérito em campo».
A posição de Cristóvão Carvalho
O acórdão do Conselho de Disciplina confirma aquilo que há muito sabíamos: a final da Taça de Portugal foi profundamente manchada por erros graves da equipa de videoarbitragem.
Não estamos a falar de um lance duvidoso ou de uma interpretação discutível. Estamos a falar de decisões que alteraram o rumo de um jogo decisivo e, com isso, retiraram ao Benfica um título que foi conquistado com mérito em campo. A verdade desportiva não pode ser tratada como um detalhe. Quando o próprio sistema reconhece que falhou, é inadmissível que tudo continue como se nada tivesse acontecido.
Quem erra desta forma não pode continuar nos quadros da arbitragem como se o seu trabalho fosse irrelevante. Há responsabilidades a assumir. Há consequências a aplicar. E há uma exigência de verdade que tem de ser respeitada. O silêncio de quem tutela o futebol português diz muito. Diz que preferem proteger o sistema do que proteger a justiça. Mas o Benfica não pode ser conivente com esse silêncio.
Não aceito que o clube onde cresci e que quero servir esteja sujeito a arbitragens que desvirtuam títulos e passam impunes. Não aceito que erros grosseiros se transformem em estatística. E não aceito que a paixão de milhões de benfiquistas seja tratada com leviandade.
Este não é um desabafo. É um compromisso. Comigo, o Benfica terá uma voz que não se cala, que não se acomoda e que não hesita em defender os seus. Porque a verdade desportiva não se negocia. Exige-se. E defende-se – sempre.
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