Benfica B letal em Coimbra: primeira lição do novo ano letivo foi... eficácia (crónica)
Fundada a 1 de março de 1290, pelo Rei D. Dinis, a Universidade de Coimbra (UC) é a mais antiga de Portugal e uma das mais antigas do Mundo. Com uma história absolutamente ímpar, a UC tem, por direito próprio, o epíteto de centro de formação de elite à escala planetária, tantos e tão bons profissionais das mais variadas áreas da sociedade lá se formaram para abraçarem, depois, uma vida profissional cuja vertente académica deixava antever o maior dos sucessos. Porque Coimbra é uma lição de sonho e tradição...
Desçamos da Alta e Sofia para o centro da cidade e assentemos arraiais no Estádio Cidade de Coimbra. Devidamente equipados. Porque no anfiteatro academista (outrora conhecido como o mítico Calhabé) também há... aulas. Sendo que, desta vez, em casa de ferreiro... espeto de pau. Porque as jovens águias tinham a matéria na ponta da língua e foram creditadas com nota máxima na cadeira de aproveitamento. O ano letivo começou e a primeira lição foi clara: eficácia.
A Académica ameaçou, por Kévin Zohi (8 e 13'), o Benfica B aproveitou, por Francisco Silva: cruzamento de Tiago Freitas e desvio certeiro do ponta de lança (16').
A equipa orientada por António Barbosa continuou a carregar para não ter falta no livro de ponto, mas Ilies Fauré (22') e Xavi Grande (28') também desperdiçaram, o que não aconteceu com Olívio Tomé: assistência perfeita de Gonçalo Moreira e remate certeiro do extremo (29').
Até ao intervalo, Kévin Zohi (31') e Rui Gomes (45' e 45+1') voltaram a tentar, sempre sem sucesso.
A toada manteve-se na etapa complementar, mas Ilies Fauré (52'), Xavi Grande (52'), Amadou Coundoul (53'), Kévin Zohi (61') e Leandro Silva (76') faltaram à chamada. Presente disse Felipe Lima e... estreia a marcar pelas águias (61').
A Académica somou a terceira derrota seguida, o Benfica B voltou a vencer após três jogos de jejum.