25 de Abril sempre, derrota nunca mais
O resultado surpreende, não tanto pelo arranque interessante do Penafiel, mas por uma Briosa que chegou ao Estádio 25 de Abril em 2.ª lugar, e com o registo interessante de duas vitórias e seis golos marcados fora de casa. E, vale o que vale, um Penafiel que, em termos de registos hitórico, não vencia a Briosa em casa há três jogos.
Apesar do primeiro sinal de eperígo ter sido da Académica, por Afonso Rodrigues, depois de 35 minutos divididos e pautados pelo equilíbrio, sem claras oportunidades de golo, eis que um clarão iluminou o 25 de Abrill com um grande remate de Pedro Sá. Na passada, um remate forte e ao ângulo a debloquear o resultado. Bastaram seis minutos para o segundo... lex Carbonell cobrou um livre com conta, peso e medida para Davo fazer um remate cruzado.
O intervalo não chegou sem uma expulsão e para o Penafiel. Uma entrada por trás sobre Afonso Rodrigues valeu o vermelho direto a Pedro Sá.
A Académica iniciava a 2.ª parte em condições favoráveis. Corria atrás do prejuízo com um jogador a mais e só não chegou ao 2-1 aos 56 minutos porque Miguel Oliveira respondeu ao cabeceamento de Hélder Lopes com uma soberba defesa. A Académica foi duplamente penalizada já que não só não marcou como, no lance seguinte, sofreu o terceiro. Svensson, de costas para a baliza, tocou de calcanhar para João Pinto que, na cara de Carlos Alves, picou a bola e faturou.
O Penafiel entrou em zona de conforto e quando tudo rema a favor... tudo de bom acontece. Aos 69, Alioune Mané pisou Gonçalo Negrão para grande penalidade, convertida por Max Svensson. Douglas esteve perto do 5-0, no remate ao poste, mas foi a Académica que, ao cair do pano, reduziu por Leandro Silva de grande penalidade. Nem deu para consolação.