Rui Borges, treinador do Sporting
Rui Borges, treinador do Sporting

As esperadas mudanças no onze do Sporting para enfrentar o Arsenal

Leões tentam recuperar da desvantagem de 0-1 da 1.ª mão dos quartos de final

O Sporting decide a partir das 20h00 o futuro na Champions League frente ao Arsenal e já são conhecidas as escolhas de Rui Borges para a partida.

Onze do Sporting
Rui Silva; Eduardo Quaresma, Ousmane Diomande, Gonçalo Inácio e Maxi Araújo; Morten Hjulmand e Hidemasa Morita; Geny Catamo, Trincão e Pedro Gonçalves; Luis Suárez

Fresneda, que foi titular frente ao Estrela da Amadora, nem viajou para Londres por lesão e é substituído por Eduardo Quaresma no lado direito da defesa leonina. Morita também recupera o lugar no meio-campo, em detrimento de Daniel Bragança, e ao lado de Morten Hjulmand, que não jogou na 1.ª mão deste duelo por castigo.

Declarações de Rui Borges

Falando com a Sport TV no Estádio Emirates, Rui Borges explicou as opções do onze, a começar pela aposta em Eduardo Quaresma: «Foi pelas características dele, com e se bola, é a escolha. Voltar a ter Hjulmand é voltar a ter o nosso capitão, um líder dentro da equipa. Ainda bem que o temos de volta, é um jogador importantíssimo.»

Voltando a falar do setor defensivo, Rui Borges sublinhou as diferentes dinâmicas em casa corredor. «É natural que o Maxi seja um jogador muito ofensivo, é natural perdermos algum dinâmica ofensiva na direita com o Edu, mas vai dar-nos outro equilíbrio defensivo», apontou.

Rui Borges também denotou a dificuldade que é jogar no terreno do atual líder da Premier League. «Vamos jogar contra uma equipa que ainda não perdeu na Champions League, temos de ter um equilíbrio emocional de perceber a dificuldade do jogo. Nos últimos 20 jogos em casa, o Arsenal perdeu dois, é uma grande equipa e as nossas dificuldades serão imensas», atirou.

Por fim, o técnico leonino abordou as dificuldades que o Sporting sentiu na 1.ª mão: «Na 1.ª mão, eles meteram muita gente na frente, não criaram muito perigo, mas pode ser difícil para nós acionarmos os timings de pressão. E o Morten dá-nos outros equilíbrios e a equipa sente outro conforto, porque ele é um grande líder.»