Lionel Scaloni levou a Argentina a duas finais do Mundial seguidas - FOTO: IMAGO
Lionel Scaloni levou a Argentina a duas finais do Mundial seguidas - FOTO: IMAGO

Alívio em Pujato, Argentina: Lionel Scaloni «foi-se»…

Família deu má notícia à legião de fãs do selecionador albiceleste

Lionel Scaloni foi, nos últimos anos, elevado a um patamar de divindade, como poucos - ou, em bom rigor, apenas os mais predestinados - conseguem lográ-lo na Argentina.

No final de contas, ao leme da albiceleste, foram duas Copas América, um Mundial e uma Finalíssima vencidas - a que se junta a recente final do Campeonato do Mundo (perdida, por 1-0, após prolongamento, contra Espanha), mas que, naturalmente, merece o devido reconhecimento e destaque.

Se o endeusamento ao selecionador, em território argentino, é geral, na terra natal do técnico - Pujato - ainda é maior!

Nos últimos dias, centenas de pessoas aproveitaram as férias do treinador, de 48 anos, para se concentrar em frente a casa dele.

A invasão até obrigou a polícia a cercar o local, de forma a proteger a privacidade de Lionel Scaloni, que, apesar da desordem, saiu à rua para distribuir autógrafos e tirar fotografias com os seus aficionados.

Neste domingo, todavia, a legião de fãs acordou com uma má notícia: Scaloni já se foi embora.

«O Lionel foi-se nesta noite. Obrigado pelo enorme carinho», escreveu, segundo a imprensa local, a família - aliviada, por, finalmente, poder ver a multidão dispersar.

O anúncio foi escrito à mão, num cartaz rudimentar, e colado à porta de casa do timoneiro.

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