VÍDEO: marca de bicicleta, esquece que tem amarelo e tenta culpar… o GPS
Além de jogador de futebol, Miullen tem algo que o atrai a histórias rocambolescas.
É algo que até já lhe aconteceu em Portugal, quando o avançado brasileiro passou sem grande sucesso pelo Gil Vicente, nas épocas 2020/2021 e 2021/2022, sendo que uma lesão o impediu de jogar durante toda a segunda época.
Mas já lá vamos. Primeiro o episódio insólito mais recente, que Miullen protagonizou neste sábado.
O agora jogador do Hibernians, de Malta, marcou o golo que permitiu o empate à sua equipa diante do Valetta, com um belo gesto, num pontapé de bicicleta.
Só que no momento de festejar, por instantes esqueceu-se que já tinha um cartão amarelo e tirou a camisola. Ao aperceber-se ainda tentou disfarçar, tirando também o colete com o GPS, fazendo gestos que o estava a magoar, mas o árbitro não se deixou convencer e acabou mesmo por expulsar o brasileiro.
Chaotic scenes in Malta 👀😅🇲🇹
— Sacha Pisani (@Sachk0) March 1, 2026
Brazilian forward Miullen scored this overhead kick to earn Hibernians a draw against Valletta.
But he was sent off after receiving a second yellow card for removing his shirt.
Though he was adamant he was trying to remove gps monitoring vest 🤔 pic.twitter.com/vnB3r1hMSq
A história de uma rescisão com o Gil Vicente
Ao fim de um ano e meio no Gil Vicente, apenas com jogos na primeira época, Miullen deixou o clube por vontade própria.
Na altura, o jogador que tinha sido contratado ao Londrina anunciou ter rescindido com o clube de Barcelos para poder ser operado por conta própria ao joelho, fruto de uma lesão que afirmou ter contraído num jogo-treino em dezembro de 2020, mas para a qual realizou um tratamento conservador que lhe permitiu voltar aos relvados meses depois para os últimos jogos da época.
Ainda segundo o relato do brasileiro, depois de ter consultado médicos no Brasil que lhe recomendaram a operação, no primeiro treino após as férias do verão voltou a sentir dores no mesmo joelho e voltou a ter de parar, mas a seguradora negou ao clube a possibilidade de operar, razão que o fez rescindir mais de um ano depois de se ter lesionado.