Jogador do emblema minhoto esteve no epicentro das comemorações suecas
Jogador do emblema minhoto esteve no epicentro das comemorações suecas

Vai (e)levar o SC Braga ao Mundial e festa teve champanhe e... primeiro-ministro

Gustaf Lagerbielke esteve envolvido em episódio caricato durante os festejos da qualificação da Suécia. «Os jogadores estavam noutro planeta, foi muito engraçado», disse o político nórdico

Festa de arromba pintada de amarelo e azul e com um interveniente do SC Braga (extremamente) envolvido: Gustaf Lagerbielke.

O defesa-central foi figura de proa no apuramento da Suécia para a fase final do Campeonato do Mundo — vai ser um dos dignos representantes dos arsenalistas na mais importante prova de seleções do planeta, com Lukas Hornicek (Chéquia), Florian Grillitsch (Áustria) e Rodrigo Zalazar (Uruguai) a terem bilhete também praticamente carimbado e ainda com Barisic (Bósnia) e Ricardo Horta (Portugal) à espreita de uma vaga para estarem ao serviço dos respetivos países —, mas na loucura dos festejos viveu também um episódio absolutamente caricato e que o próprio relatou, à Imprensa sueca: «Entornei champanhe no primeiro-ministro.»

O momento, naturalmente ocasional e que adveio do extravasar de emoções de toda a estrutura da seleção quando já estava a ser devidamente felicitada pelas instâncias superiores do País, mereceu resposta imediata do referido político. E tudo dentro da mesma onda festiva, claro está.

«Ele pediu desculpa, mas não precisava. Visitei os jogadores lá dentro, eles estavam noutro planeta, foi muito engraçado. Foi uma alegria incrível», atirou, de imediato, Ulf Kristersson.

O defesa-central dos guerreiros do Minho confessou estar a viver «um sonho de menino» e assumiu que o feito alcançado pelos nórdicos deixou toda a nação em êxtase: «Salvámos o verão da Suécia.»

Os amarelos e azuis, que haviam falhado o último Campeonato do Mundo, vão disputar, na fase final que se avizinha, o Grupo F, juntamente com Países Baixos, Japão e Tunísia, e Lagerbielke confessa estar à espera de «um grupo difícil». «A Polónia também era difícil, assim como a Ucrânia, pelo que temos de olhar para o que fizemos e continuar», rematou o camisola 14 do SC Braga, aludindo aos dois últimos adversários da Suécia, precisamente nos dois embates de play-off que ficaram para trás... com distinção.