Sporting vai reforçar a baliza. Mas só com uma condição...
O Sporting mantém-se atento ao mercado de guarda-redes, mas, neste momento, não tem como prioridade reforçar a baliza. Tal como A BOLA havia avançado a 24 de julho, os leões acompanham oportunidades que possam surgir, embora, para já, exista condição concreta para que a SAD avance para a contratação de um novo guardião: a saída de João Virgínia.
A estrutura leonina mantém confiança nos dois guarda-redes que integram o plantel e, sobretudo, em Rui Silva, que continua a ser o número 1 para a nova época. O internacional português, de 32 anos, que chegou a Alvalade para assumir a titularidade, permanece firme nos planos e a intenção do clube leonino, apurou A BOLA, é que continue em Alvalade.
Nesse cenário, a baliza estará, para já, fechada. Rui Silva parte na frente da hierarquia e João Virgínia mantém-se como alternativa, não estando prevista qualquer alteração à estrutura. A possibilidade de recorrer ao mercado só ganhará força caso o segundo guarda-redes, de 26 anos, deixe o plantel. E esse é um cenário que não está totalmente afastado. Virgínia tem sido alvo de abordagens, segundo informação recolhida por A BOLA, e uma proposta concreta que conduzisse à sua saída obrigaria o Sporting a reavaliar a composição do setor. Só então os leões iriam preencher a vaga deixada pelo guardião português. Por um jogador mais jovem, rodado, e que pudesse fazer a transição após a saída de Rui Silva que tem mais dois anos de contrato.
A posição do clube é, aliás, clara: há confiança nos guarda-redes do plantel. A SAD está atenta, como acontece em várias posições, mas só transformará essa atenção numa operação caso haja uma saída. O Sporting não fecha, por isso, a porta ao mercado, mas mantém-na apenas entreaberta. Se Virgínia permanecer, os leões avançam com a dupla atual. Se houver saída, então a necessidade passará a ser real e a estrutura terá de identificar uma solução para ocupar o lugar vago.