Resposta forte do Sporting na final de futsal - Foto: Sporting CP
Resposta forte do Sporting na final de futsal - Foto: Sporting CP

Sporting demolidor goleia Benfica e empata a final

Nuno Dias pediu maior eficácia e os leões responderam com... oito golos. Domínio, critério e magia do primeiro ao último minuto precipitaram festival ofensivo

O Sporting goleou o Benfica (8-2) no jogo 2 da final do play-off da Liga Placard. Nuno Dias pediu maior eficácia após o primeiro dérbi e os leões responderam com um autêntico festival de golos.

O Benfica partia em vantagem depois de ter triunfado no jogo 1 (2-1), no Pavilhão da Luz, mas a ausência de André Coelho dificultou a tarefa encarnada no plano defensivo.

O critério (e a bola controlada) que faltava às águias sobrou do lado do Sporting, que dominou o rumo dos acontecimentos desde o primeiro segundo. O primeiro golo, ainda assim, foi marcado pelas águias, após um par de defesas de Gugiel.

Arthur, na marcação de um livre, inaugurou o marcador aos 5'. O Sporting não esmoreceu e continuou a imprimir um domínio sufocante.

Gugiel defendeu como pôde e quando não conseguiu... o desacerto leonino segurava a vantagem encarnada. Bruno Pinto falhou de forma incrível aos 7', dois minutos antes de empatar as contas, à segunda.

O Sporting não tirou o pé do acelerador... nem Gugiel. Tanto o cântaro verde e branco, ainda assim, foi à fonte que, mesmo após nova defesa do brasileiro, partiu novamente aos 15'. Bruno Pinto aproveitou desvio fortuito de Diego Nunes e chegou aos 56 golos na temporada.

Pauleta desperdiçou ocasião soberana segundos depois, mas mostrou que o leão estava insaciável. Os homens de Nuno Dias tricotaram uma jogada notável aos 20' e até tiraram Gugiel do lance... mas acertaram na trave.

A eficácia que faltou ao leão para construir um resultado mais dilatado na primeira parte... sobrou no início da segunda. Zicky Té baralhou a marcação de Silvestre Ferreira (que teve a missão ingrata de tentar defendê-lo) e bateu Léo Gugiel com imensa classe aos 22'.

Melhor do que um golo madrugador... só dois num minuto. Wesley foi lançado pela esquerda e encontrou Tomás Paçó, ao segundo poste. O caudal ofensivo do leão alcançou níveis incomportáveis para as águias, que agradeceram aos céus quando Zicky Té atirou ao poste aos 25'. Que exibição, mais uma vez.

O Benfica aproveitou a corrida do relógio para dar sinais de vida com a bola controlada, mas Paçó segurou a vantagem considerável com um par de defesas notáveis. Na melhor fase das águias, o marcador mexeu... para os leões.

Pauleta assinou o quinto aos 31', dois minutos antes de Wesley aproveitar uma recuperação em zona subida para assinar a meia dúzia leonina. Jacaré ainda reduziu distâncias, segundos depois, mas Merlim, na marcação de um livre direto, deixou Gugiel pregado à quadra, aos 34'.

Os leões continuavam a mostrar a Nuno Dias que sabem ser eficazes... mesmo quando não queriam. Bernardo Paçó rematou contra DIogo Santos e a bola só parou na baliza de Gugiel (35'). Resultado fechado de forma involuntária.

Leões e águias voltam a encontrar-se no jogo 3, no domingo, a partir das 21h15, no Pavilhão da Luz.

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