Rui Borges responde aos críticos: «Estatuto e aparência não é para mim»
Rui Borges confiante numa remontada. Numa noite histórica em Alvalade. Com crença, qualidade e muito apoio das bancadas de Alvalade. O treinador leonino, na antevisão à partida de amanhã com o Bodo/Glimt, falou há momentos em conferência de imprensa da confiança que existe apesar da desvantagem de três golos trazidas da Noruega.
«Se acredito? Claro. Disse isso logo no final da partida na Noruega. As dificuldades vão ser grandes, estamos a perder 0-3 ao intervalo, mas acredito na capacidade competitiva que esta equipa tem tido. Não é um jogo que define o que temos feito. Têm dado essa demonstração de resiliência, mas estamos empenhados em dar outra imagem. E para o conseguir temos de fazer um jogo quase perfeito. Mas vamos à procura disso. É o que eles têm feito desde que aqui cheguei», disse o treinador, que foi mais taxativo quando foi questionado como responderia aos adeptos que o acusam de não ser ambicioso.
«Não vivo de estatutos, vivo de trabalho. O estatuto e a aaprência não é para mim. Felizmente tive competência para chegar aqui e a ambição responde-se com vários dados: melhor ataque, em casa fortíssimos, 7.º lugar na Champions… a ambição responde-se por aí. Agora o que é comentários… faz parte. Não era o melhor quando ganhei ao PSG e não sou o pior agora», constatou.