Rodrygo, jogador do Real Madrid - Foto: IMAGO

Real Madrid: Rodrygo acelera e dá tudo para poder jogar com Mourinho

Um dos capitães de equipa, brasileiro ainda não vai a meio de um longo processo de recuperação a uma lesão gravíssima do joelho

A fase mais crítica da lesão de Rodrygo já passou. Após a rotura do ligamento cruzado anterior e do menisco externo do joelho direito, sofrida a 2 de março num jogo contra o Getafe, o jogador do Real Madrid começa a ver progressos significativos na sua recuperação, que já começou há 138 dias.

A evolução tem sido muito positiva, o que gera otimismo quanto a um regresso aos relvados mais próximo do que os 10 a 12 meses de paragem inicialmente previstos. A lesão obrigou-o a ser operado e a falhar o Mundial 2026.

Recorde-se que, no dia da lesão, Rodrygo ainda permaneceu em campo durante 24 minutos, apesar de já ter sofrido a dupla rotura. As dores sentidas no balneário levaram à realização de uma ressonância magnética no dia seguinte, que confirmou a gravidade do problema.

A intervenção cirúrgica realizou-se a 10 de março, oito dias após a lesão. Desde então, a prioridade absoluta tem sido garantir uma recuperação completa e sem risco de recaída, independentemente do tempo necessário.

Ao longo de quatro meses, Rodrygo tem-se dedicado a intensas sessões de fisioterapia e reabilitação, combinadas com trabalho de ginásio para manter a condição física. Os resultados são visíveis: o jogador já caminha sem dificuldades há várias semanas e retomou uma vida normal fora dos relvados, tendo inclusive marcado presença em eventos publicitários e viajado até aos Estados Unidos para apoiar a seleção do Brasil no Mundial, onde também se encontrou com Cristiano Ronaldo.

Quarto capitão

Segundo o As, objetivo atual aponta para que a alta médica seja concedida em janeiro. Se tal se confirmar, o tempo total de recuperação será de dez meses, o cenário mais otimista. Rodrygo já se encontra em Valdebebas, tendo-se apresentado no primeiro dia de trabalhos às ordens de José Mourinho a 13 de julho, e é visto em Espanha como um dos capitães da equipa.

Com a saída de Carvajal, Rodrygo ascendeu na hierarquia, tornando-se o quarto na linha de sucessão, atrás de Federico Valverde, Vinícius Júnior e Courtois.

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