Nova análise forense sugere que Kurt Cobain pode ter sido assassinado
A morte de Kurt Cobain, em 1994, abalou o mundo da música. Aos 27 anos, o vocalista de uma das maiores bandas de rock da década de 90, os Nirvana, morreu por um ferimento auto-infligido por uma arma de fogo na sua casa, em Seattle. Uma nova investigação independente à morte de Kurt Cobain concluiu que o músico foi assassinado, contrariando, assim, a causa de morte oficial: suicídio.
Segundo o Daily Mail, uma equipa de investigadores privados, composta por cientistas forenses, analisou a autópsia de Cobain e os materiais encontrados na cena do crime e concluiu que se tratou de homicídio. Em causa estão provas que contradizem o relatório oficial da polícia e do médico legista. Cobain terá sido confrontado por um ou mais agressores que o forçaram a uma overdose de heroína para o incapacitar, antes de um deles lhe disparar na cabeça.
«Há coisas na autópsia que nos fazem pensar: ‘Espera lá, esta pessoa não morreu tão rapidamente por causa do tiro’», defendeu a investigadora Michelle Wilkins, que trabalhou com a equipa, em declarações ao Daily Mail, apontando para danos nos órgãos associados à privação de oxigênio: «A necrose do cérebro e do fígado ocorre numa overdose, não de uma morte por tiro.»
Um porta-voz no Instituto Médico Legal que fez a autópsia ao corpo de Cobain reforçou que «seguiu todos os procedimentos para chegar à conclusão de que a causa foi morte por suicídio». Também um porta-voz do Departamento de Polícia de Seattle disse ao Daily Mail que o caso não será reaberto.