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«Messi podia ter jogado os 90 minutos e aumentado os números, mas preferiu dar minutos aos companheiros»
Após a vitória por 3-1 sobre a Jordânia, que selou o final da fase de grupos do Mundial 2026 para a Argentina, o selecionador Lionel Scaloni falou sobre a gestão de Lionel Messi, que começou no banco, entrou aos 60 e ainda marcou o último golo, de livre direto.
GOLO 19 DE MESSI EM MUNDIAiS 🔥
— sport tv (@sporttvportugal) June 28, 2026
Torna-se o primeiro jogador a marcar em 7 jogos seguidos de Campeonatos do Mundo 😱#sporttvportugal #MUNDIALnaSPORTTV #MundialFIFA2026 #Jordania #Argentina #betano pic.twitter.com/6YtGxw78l2
O jogador de 39 anos chegou ao 19.º golo em Mundiais, reforçando o estatuto de máximo goleador em fases finais da prova, e ao sexto na atual edição. Tornou-se ainda no primeiro jogador a marcar em sete jogos seguidos em fases finais de Campeonatos do Mundo.
Scaloni revelou que foi o próprio Messi a sugerir ficar como suplente para permitir que os colegas jogassem e para poder descansar para os próximos desafios.
«Hoje ele poderia ter jogado os 90 minutos e, sem desmerecer o adversário, poderia ter engrandecido essa lenda e aumentado os seus números. Mas preferiu que os companheiros tivessem minutos e pensar no que vem a seguir. Isso diz muito sobre ele, porque não pensa tanto nesses números de que as pessoas tanto falam», explicou o selecionador. «Isso demonstra o que a seleção, o grupo e os seus companheiros representam para ele. De resto, estou como vocês: já não há mais palavras», concluiu.
Relativamente ao encontro com a Jordânia, Scaloni mostrou-se satisfeito por ter dado minutos aos jogadores menos utilizados, destacando que o jogo foi útil para avaliar as opções disponíveis no plantel. Uma das experiências foi a utilização de Exequiel Palacios, habitualmente médio, na posição de lateral-direito.