Messi no banco, imagem rara
Messi no banco, imagem rara

«Messi podia ter jogado os 90 minutos e aumentado os números, mas preferiu dar minutos aos companheiros»

Selecionador da Argentina, Lionel Scalino, sobre ida de Messi para o banco frente à Jordânia

Após a vitória por 3-1 sobre a Jordânia, que selou o final da fase de grupos do Mundial 2026 para a Argentina, o selecionador Lionel Scaloni falou sobre a gestão de Lionel Messi, que começou no banco, entrou aos 60 e ainda marcou o último golo, de livre direto.

O jogador de 39 anos chegou ao 19.º golo em Mundiais, reforçando o estatuto de máximo goleador em fases finais da prova, e ao sexto na atual edição. Tornou-se ainda no primeiro jogador a marcar em sete jogos seguidos em fases finais de Campeonatos do Mundo.

Scaloni revelou que foi o próprio Messi a sugerir ficar como suplente para permitir que os colegas jogassem e para poder descansar para os próximos desafios.

«Hoje ele poderia ter jogado os 90 minutos e, sem desmerecer o adversário, poderia ter engrandecido essa lenda e aumentado os seus números. Mas preferiu que os companheiros tivessem minutos e pensar no que vem a seguir. Isso diz muito sobre ele, porque não pensa tanto nesses números de que as pessoas tanto falam», explicou o selecionador. «Isso demonstra o que a seleção, o grupo e os seus companheiros representam para ele. De resto, estou como vocês: já não há mais palavras», concluiu.

Relativamente ao encontro com a Jordânia, Scaloni mostrou-se satisfeito por ter dado minutos aos jogadores menos utilizados, destacando que o jogo foi útil para avaliar as opções disponíveis no plantel. Uma das experiências foi a utilização de Exequiel Palacios, habitualmente médio, na posição de lateral-direito.

A iniciar sessão com Google...