Miguel Rocha (OC Barcelos) foi o herói da meia-final com o Trissino ao marcar cinco golos (WSE)

Mão cheia de Miguel Rocha coloca campeão Barcelos nas meias-finais da Champions

Cinco golos do jogador dos minhotos na vitória por 6-2 do detentor do título europeu sobre os italianos do Trissino. Barcelenses defrontam FC Porto nas meias-finais

No segundo jogo da noite desta quinta-feira dos quartos de final da Champions no pavilhão Dr. Mário Mexia em Coimbra, o campeão europeu em título OC Barcelos impôs-se, com autoridade, aos italianos do Trissino, por 6-2, e conquistou a quarta vaga nas meias-finais, onde defrontará no sábado o FC Porto, que venceu os espanhóis do Liceo na véspera pelo mesmo resultado.  

Os minhotos começaram a bom ritmo, pressionando o adversário e demoraram cinco minutos a ver resultados do esforço, mas em situação de vantagem numérica por cartão azul a Davide Gavioli, que Carlitos aproveitou para inaugurar o marcador, a passe de Iván Morales.

Apesar do golo sofrido, o Trissino não alterou o sistema de jogo, mantendo a aposta no contra-ataque, de que colheu frutos aos 10’ com um golo português. João Almeida, antigo jogador do Sporting e do Valongo, marcou a passe do compatriota Guilherme Silva, ex-SC Tomar, e restabeleceu a igualdade. Todavia, esta foi de pouca dura. Aos 13’, Miguel Rocha teve gesto técnico de alto calibre, rematando de picadinha, para fazer o segundo golo, e cinco minutos depois bisou, estabelecendo o resultado ao intervalo em 3-1.

A eliminatória ficou praticamente decidida entre os minutos sete e oito da segunda parte, quando Miguel Rocha fez poker. Primeiro, com um desvio (involuntário ou não) à frente da baliza, que surpreendeu o guarda-redes Zampoli, mas só validado pelos árbitros após consulta ao VAR (alegado toque de mão na bola, não confirmado), e logo em seguida, com uma sticada fulminante a assinar o quarto golo da conta pessoal, o quinto da equipa (5-1).

Respondeu, também prontamente, o Trissino com segundo tento, por Jordi Méndez, e a equipa italiana poderia ter reentrado na discussão da eliminatória se tivesse convertido um penálti aos 17’ por Giulio Cocco. Não o fez, e disse adeus ao título pouco depois (18’), quando o inevitável Miguel Rocha chegou à mão cheia de golos (6-2).                     

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