«Representar o Benfica traz mais pressão, tenho de ser honesto»
Alessandro Circati foi uma das contratações do Benfica no verão, que pagou 18 milhões de euros aos italianos do Parma pela transferência do defesa-central internacional australiano.
Em conversa num podcast, o jogador de 23 anos recordou o momento em que soube do interesse dos encarnados.
«Foi no meu carro, a tomar um café com o meu empresário. Ele disse-me: ‘o Benfica quer-te muito, estamos a falar há três dias’. Eu disse-lhe: ‘esperam, como?!’. Na noite seguinte ligou-me e disse que já estavam a discutir as condições do meu contrato. Disse-me que queriam que viajasse terça-feira à noite e era domingo… Não dormi nessa noite, havia tanta coisa para resolver, tinha de fazer as malas… Hesitei, porque algumas pessoas dizem que dá má sorte fazer as malas antes de tudo estar confirmado… Então não preparei, mas visualizei tudo [risos]», detalhou Circati.
Falando ainda do Benfica, e também do momento que vive na seleção australiana, Alessandro Circato admite: «Representar o Benfica traz mais pressão. Tenho que ser honesto. Sinto a pressão, mas não deixo que ela me afete ou me impeça de dar sempre melhor.»
O jogador tem dupla nacionalidade, italiana e australiana: «Treinei algumas vezes com Itália, mas não sentia que estivesse mesmo a representar a minha seleção… Tem de ser algo incrível. Depois de algumas conversas, saí e acabei por representar a Austrália, a minha seleção nacional», recordou.
Circati assinou até 2031 pelo Benfica, e também lembrou com entusiasmo o momento em que conheceu Rui Costa, presidente das águias. «Foi fantástico, senti como se tivesse conseguido algo muito importante, na minha vida, na minha carreira, algo que sonhava desde muito novo. Foi também uma grande experiência para o meu irmão e para o meu pai, que cresceram adeptos do Milan, onde jogava Rui Costa. O meu avô era adepto do Milan, ultra, cerca de 40 anos… Foi um momento muito importante para toda a minha família.»
O central australiano soma pela equipa encarnada oito jogos, três na condição de titular.
«Treinei algumas vezes com Itália, mas não sentia que estivesse mesmo a representar a minha seleção… Tem de ser algo incrível. Depois de algumas conversas, saí e acabei por representar a Austrália, a minha seleção nacional», recordou Circati, que tem dupla nacionalidade, italiana e australiana. «“Representar o Benfica traz mais pressão. Tenho que ser honesto. Sinto a pressão, mas não deixo que ela me afeta ou me impeça de dar sempre melhor.»